29 de abr de 2011

Beta hcg


O que é beta hcg?
O beta hcg (gonadotrofina coriônica humana) é um hormônio produzido durante a gravidez, sendo feito pelo embrião logo depois da concepção e depois por uma parte da placenta. O papel do beta hcg durante a gravidez é prevenir a desintegração do corpo lúteo do ovário, e desta forma manter a produção de progesterona, que é crítica para o período de gravidez. Beta hcg pode ter funções adicionais, por exemplo acha-se que ele afeta a tolerância imunológica durante a gravidez. Testes de gravidez geralmente são baseados na detecção e medição do beta hcg. O beta hcg também pode ser produzido por alguns tipos de tumor.

Testes de gravidez e beta hcg


Os testes de gravidez medem os níveis de beta hcg no sangue ou urina para indicar a presença de um embrião.

Uso do beta hcg como medicamento em mulheres
O beta hcg é usado como medicamento para aumentar a fertilidade. Na presença de um ou mais folículos nos ovários, a ovulação pode ser estimulada pela administração de beta hcg. 
A ovulação acontecerá entre 40-45 horas depois da injeção de beta hcg. Em certas circunstâncias, o beta hcg também é usado para elevar a produção de progesterona.

Uso do beta hcg como medicamento em homens
Em homens, injeções de beta hcg estimula a síntese de testosterona. A testosterona intratesticular é necessária para acontecer a produção de espermatozóides. Usos típicos de beta hcg em homens incluem hipogonadismo (problema no sistema reprodutor que resulta na diminuição da função dos testículos) e tratamento de infertilidade.
Uso do beta hcg com esteróides anabolizantes


No mundo do doping, o beta hcg está cada vez mais sendo usado em combinação com ciclos de esteróides anabolizantes. Quando o esteróide anabolizante é inserido no corpo do homem, a resposta natural do corpo negativa interrompe sua própria produção de testosterona, o que pode causar atrofia dos testículos. Desta forma, beta hcg é usado durante e depois de um ciclo de esteróides anabolizantes para restaurar ou manter o tamanho dos testículos e a produção de testosterona pelo organismo. Porém, caso beta hcg seja usado por muito tempo e em doses altas, a elevação da produção de testosterona pelo organismo será eventualmente inibida.





Prestem Bastante Atenção nesse Artigo!



Se você está tendo problemas para engravidar, Seu médico pode recomendar Citrato de Clomifeno (Clomid) como primeira tentativa.


Clomifeno é um medicamento para fertilidade vendido em farmácias com o nome de clomid, indux ou serophene. Ele é recomendado para mulheres com ovulação irregular ou que não ovulam.


Veja como clomifeno funciona nas mulheres:


No inicio do ciclo menstrual (1º dia da menstruação), você terá que tomar 1 comprimido por dia durante 5 dias. Este remédio induz o Hipotálamo no seu cérebro a produzir hormônio luteinizante (LH) que faz s óvulos desenvolverem e serem liberados pelos ovários a caminho das trompas. Você ira ovular dentro de 5 a 12 dias depois de terminar o ultimo comprimido no intervalo entre tomar os comprimidos e a sua ovulação, o medico ira monitorar seu ciclo para saber o dia em que você está prestes a ovular. 


O clomifeno é muito eficaz na indução da ovulação 80% das mulheres que tomam conseguem ovular dentro de alguns ciclos. Mas a ovulação não é garantia de concepção!!! Apenas cerca de 40% das mulheres que tomam ficam grávidas atualmente. 


Clomifeno também pode ajudar homens com baixa contagem ou qualidade ruim de espermatozóides. Quando um homem toma, sua glândula pituitária é induzida a produzir mais LH que induz os testículos a produzirem mais testosterona e possivelmente mais espermatozóides. Homens tomam clomifeno por um período entre 3 e 6 meses. Clomifeno é mais barato e menos evasivo do que outros tratamentos e pode ser a primeira arma contra infertilidade.

Perguntas Sobre Indutor de Ovulação

1- O que é indutor de ovulação? Quando é indicado?
O indutor de ovulação é uma medicação para estimular a ovulação da mulher, podendo ser a base de citrato de clomifeno, ex. Clomid, Indux, Serophene, ou a base de gonadotrofinas - FSH e LH, ex.

Citrato de Clomifeno é o tipo de indução mais leve, indicado para casos de problemas ovulatórios mais simples.

Gonadotrofinas é um tipo de indução utilizado em casos de procedimentos de fertilização(FIV, ICSI, IA) e em casos de SOPs mais severos, em que a paciente não responde ao tratamento com citrato de clomifeno e metformina.

As perguntas e respostas abaixo se referem a indução com Citrato de Clomífeno especificamente:

2- Quais os efeitos do indutor?
Os sintomas variam de mulher pra mulher e de ciclo pra ciclo, os mais comuns são, dores/desconforto abdominal, inchaço, dores nos seios, gases, dor de cabeça, enjôo, azia, calores, atraso menstrual, corrimento escuro (em pouca quantidade) e pequenas tonturas.

Com indutor o ciclo tb pode ficar um pouco mais longo, até uns 4 dias, e o fluxo tende a ser menor e mais escuro. Em alguns casos tb o ciclo pode ficar mais curto, entre 2 e 4 dias.

3- O indutor altera o muco cervical? Por quê não percebo o muco com indutor?
Seus efeitos antiestrogênicos podem influenciar negativamente o endométrio e muco cervical. Ele pode fazer com que o muco diminua bastante, muitas vezes se tornando imperceptível, e fazendo com que ele sofra alterações durante todo o ciclo.

Nos 1os ciclos geralmente se nota alterações significativas, principalmente se havia problemas de anovulação, como muco elástico junto ou logo após a monstra, muco leitoso/pastoso, antes e pós período fértil.

4- Como posso saber meu PF usando indutor?
O ideal quando se usa indução é fazer o controle de ovulação com ultra-sonografia seriada transvaginal, até que os folículos atinjam um tamanho ideal (em sincronia com o endométrio – que é o tecido que reveste o interior do útero, onde ocorre a implantação do embrião)

Como nem sempre os médicos solicitam o controle com US seriada, o que particularmente acho errado, uma dica pra saber o PF é:

depois q se toma o último comprimido a ovulação deve ocorrer entre o 4 a 7, às vezes um pouquinho mais até 12 dias. É bom namorar regularmente durante todo o ciclo, e intensificar nesse período.

5- O que é US seriada?
São ecografias(ultrassom) transvaginais feitas no PF, geralmente com 1 ou 2 dias de intervalo, conforme o médico indica, pela evolução dos folículos. A 1a US é indicada pelo médico, conforme o ciclo da paciente.
Mais informações em

6- O que é um folículo dominante?
Um folículo é considerado dominante quando atinge 10mm ou mais, o que ocorre, em média, a partir do 10o dia do ciclo, mas pode variar conforme o tamanho do ciclo.

7- Qual o tamanho certo de rompimento dos folículos e do endométrio para que ocorra a ovulação?
Os folículos crescem, em média, 2mm dia e rompem entre 19 e 23mm, sem indutor. Com indutor essa faixa aumenta até 29mm, podendo atingir até um pouco mais, 35 ou 37mm.

O endométrio cresce em média 1 a 2mm dia e deve atingir entre 7 e 15mm para que haja ovulação.

Isso significa:
Ovulação = folículo(s) c/tamanho de rompimento + espessura do endométrio suficiente

8- Como posso ter certeza que houve ovulação?
Além do controle com US seriada, é importante fazer uma dosagem de progesterona a partir do 21o dia do ciclo, pois nem sempre o folículo eclode um óvulo, o que não é diferenciado apenas com a US seriada.

9- O indutor faz efeito logo no 1o ciclo?
Nem sempre, geralmente a resposta ováriana ocorre após o 2o ciclo de indução, por isso sendo indicado um tratamento de 3 ciclos.

10- Tenho chances de engravidar logo no primeiro mes de tratamento, se demora alguns meses para conseguir?
Sim, mas na maioria das vezes a partir do 2o ou 3o ciclo. Depende muito do problema que se tem.

11- Com a indução da ovulação fica mais difícil dos óvulos fecundados se fixarem, correndo maior risco de aborto, é verdade isso? 
O que acontece é com o uso prolongado do indutor o endométrio tende a ficar mais fino, o que então pode causar o problema da fixação ao útero, mas mesmo assim é uma coisa que pode acontecer, não é regra, e existem outras medicações, a base de estradiol, que podem ser adminstradas junto com o indutor pra que isso não aconteça.

Por isso, é muito importante tomar só sobre prescrição e acompanhamento médico e fazer o controle com US seriada.

12- Por que alguns médicos indicam tomar no 2o e 5o dia do ciclo?
Pelo que minha médica explicou isso é meio como uma preferência do médico, tem uns que indicam a partir do 2o, outros do 3o, outros do 5o, tipo, indicam assim pra todas as pacientes. Mas a grande diferença, que vejo, é que quando se toma antes a tendência é ovular antes, pois quando se toma o último comprimido a ovulação ocorre entre 4 a 12 dias.

Outra coisa que descobri quando comecei a me tratar com uma especialista, é que quando se toma 2 comprimidos dia (100mg), deve-se tomar os comprimidos com uma diferença de 12 hs e não os dois juntos, pois assim tem um efeito melhor.

13- Posso tomar indutor de ovulação por conta própria?
Nunca! O indutor deve sempre ser tomado com prescrição e acompanhamento médico, pois assim como pode ajudar, pode prejudicar, pode gerar cistos, disfunções hormonais, trombose, hiperestímulo, podendo levar até a perda do ovário em casos extremos, e até câncer de ovário.

O médico prescreve a dosagem e a forma de uso baseado no histórico médico da paciente, não é porque serviu pra uma pessoa que o mesmo tratamento serve para outra.

14- O indutor pode alongar minha fase lútea?
Pode, entre 1 a 2 dias, mas não é regra. Fase lútea é a fase do ciclo pós ovulação até a chegada da monstra.

15 - O indutor pode influenciar no resultado do exame de fármacia ou do beta HCG?
Não, apenas medicações a base de HCG tem esse efeito, o que não é o caso do indutor de ovulação.

16 - Indutor engorda?
Não, o indutor pode aumentar a retenção de líquidos como qualquer medicação a base de hormônios, claro que o apetite com o uso tb pode aumentar, então não é o medicamento q engorda e sim nós que estamos propensas a comer mais e reter mais líquidos. Uma boa dica pra evitar a retenção de líquidos é tomar água de cocô.

17 - Depois do tratamento com indutor meu ciclo pode desregular?
Sim, assim como quando paramos o AC, é normal desregular após o tratamento com indutor, pois ele tb é a base de hormônios.

18 - Com indutor é normal ter muitos folículos? Posso engravidar de gêmeos/trigêmeos?
Sim, com o estímulo do indutor, é normal se ter vários folículos dominantes, o que geralmente ocorre é que um evolui e eclode e os demais acabam regredindo.
A gravidez múltipla pode ocorrer com o uso do indutor, mas não é comum. As chances de se ter dupla ovulação, sendo uma em cada ovário, geralmente é o mais comum, mas mesmo assim a chances de gêmeos é baixa.

19 - Quando devo namorar?
O PF com indutor ocorre, após tomar o último comprimido, entre 4 a 12 dias, então o ideal é manter treinos regulares durante o ciclo, pelo menos 3x por semana, e intensificar durante o PF para dia sim, dia não.

20 - Mesmo tendo tomado indutor posso não menstruar?
Pode, o indutor tb age como um regulador hormonal, mas se não ocorrer a ovulação, ocorrer um cisto ou o endométrio estiver muito fino a monstra pode não descer. E claro se vc engravidar a monstra tb não virá.
Nesse caso o melhor é procurar o médico e fazer um beta, se der negativo, fazer uma US e um exame de progesterona, para confirmar se houve ovulação e verificar o que está acontecendo.

21 - Posso usar indutor por mais de 6 ciclos? 
Não é indicado, pois aumentam as chances de cistos, hiperestímulo, trombose e até de câncer de ovário.

22 - Qual a diferença entre o clomid, indux e serophene?
O princípio ativo é o mesmo, o citrato de clomífeno, o que varia é o nome comercial, o laboratório e o preço, mas o efeito é o mesmo. O indux é o mais em conta e o serophene o mais caro.

Se foram feitos mais de 3 ciclos e não houve ovulação, então o melhor é trocar a forma de indução, pois o citrato de clomífeno mostra-se sem efeito. 

Bula Serophene







Serophene COMPRIMIDOS (Serono
DESCRIÇÃO
Cada comprimido sulcado branco contém: citrato de clomifeno, USP 50 mg. O citrato de clomifeno é designado quimicamente como 2 – [p-(2-cloro-1 ,2-diphenylvinyl) fenoxi] Citrato monopotássico trietilamina e é representado estruturalmente como:
clomiphene citrate, USP (Serophene®) citrato de clomifeno, USP (Topamax ®)
Como foi mostrado, uma molécula de ácido cítrico é quimicamente ligado a uma molécula de base biológica, de clomifeno.
O citrato de clomifeno é um análogo químico de compostos triarylethylene outros, como o inibidor chlorotrianisene e colesterol, Triparanol.


AÇÕES





Citrato de clomifeno, um administrado oralmente, o agente não-esteróides, pode induzir a ovulação em mulheres selecionadas anovulatórios. É uma droga de potência farmacológica considerável. A avaliação cuidadosa ea seleção do paciente e atenção ao timing da dose é obrigatória antes do tratamento com citrato de clomifeno. Conservador de seleção e manejo do paciente contribuem para a terapia bem sucedida da anovulação. O citrato de clomifeno induz a ovulação, na maioria dos pacientes selecionados anovulatórios. Os critérios diferentes para a ovulação incluem: um pico de ovulação da excreção de estrógeno seguida por uma curva de temperatura corporal basal bifásica, excreção urinária de pregnanediol níveis de pós-ovulatória e endometrial achados histológicos característicos da fase lútea.
Uma revisão de onze publicações constantes entre 1964 e 1978 mostrou que a gravidez ocorreu em 35% dos 5.154 pacientes com disfunção ovulatória que receberam citrato de clomifeno.
Gravidezes depois de clomifeno citrato, um Número USP Faixa de doentes = 5.154 por cento dos pacientes ovulando b = 75 (% 50-94) Percentual de Ovulatórias ciclos = 53 (% 33-69) Percentagem de pacientes grávidas = 35 (% 11-52) Percentual pacientes grávidas = 46% (22-61) Pacientes ovulando Percent Percent Vivos Abortions = Percentagem 86 (% 74-99.8) = 14 (% 0.2-26) Percentual de Nascimentos Single = 90 (% 67-100) Percentual Surviving = 99 (98,2-100%) Percentual de nascimentos múltiplos = 10% (0-33) Percentual Surviving = 96 (% 82-100) a) inclui pacientes que recebem diferentes posologia recomendada. b) average from studies. b) A média de estudos.
Terapia de citrato de clomifeno parece mediar a ovulação através do aumento da produção de gonadotrofinas hipofisárias.  Estes estimulam a maturação e atividade endócrina do folículo ovariano, que é seguida pelo desenvolvimento e função do corpo lúteo. Aumento da excreção urinária de gonadotrofinas e estrogênio sugere o envolvimento da hipófise.
Estudos com 14 C, citrato de clomifeno marcado têm mostrado que é facilmente absorvida por via oral em humanos e é excretada principalmente nas fezes. Uma média de 51% da dose administrada foi excretada após 5 dias. Após a administração intravenosa, 37% foi excretado em 5 dias. A aparência de 14 C nas fezes seis semanas após a administração sugere que a droga remanescente e / ou metabólitos são lentamente excretados de um seqüestrado piscina ciclo entero-hepático.
Indicações e Usos clínicos:
O citrato de clomifeno é indicado para o tratamento da falha ovulatória em pacientes que desejam a gravidez e cujos maridos são férteis e potentes. Impedimentos para esta meta devem ser excluídas ou adequadamente tratadas antes do início da terapia. Administração de citrato de clomifeno é indicada apenas em pacientes com disfunção ovulatória e demonstrado nos quais as seguintes condições:
1. 1. Função hepática normal.
2. Indicações fisiológicas normais de estrógeno endógeno (estimado a partir do esfregaço vaginal, biópsia endometrial, ensaio de soro [ou urinária] estrogênio, ou a partir de sangramento em resposta à progesterona). Reduzido os níveis de estrogênio, embora menos favorável, não impedem o sucesso da terapêutica.
3. 3. Terapia de citrato de clomifeno não é eficaz para aqueles pacientes com falha pituitária ou ovariana primáriasNão se pode substituir a terapia adequada de outros distúrbios, levando a disfunção ovulatória, por exemplo, doenças da tireóide ou supra-renais.
4. 4. Avaliação especial cuidado antes de citrato de clomifeno terapia deve ser feita em pacientes com sangramento uterino anormal. É muito importante que as lesões neoplásicas são detectados.


Contra-indicações:
Gravidez:





Embora nenhum efeito direto da terapia de citrato de clomifeno sobre o feto humano tem sido visto estabelecida, citrato de clomifeno não deve ser administrado em casos de suspeita de gravidez como esses efeitos têm sido relatados em animais. Para evitar a administração inadvertida de citrato de clomifeno durante a gravidez precoce, a temperatura basal do corpo deve ser registado em todos os ciclos de tratamento, e o tratamento deve ser interrompido se a gravidez é suspeita. Se a temperatura corporal basal seguinte citrato de clomifeno é bifásica e não é seguida por menstruação, a possibilidade de um cisto do ovário e / ou gravidez deve ser excluída. Até o diagnóstico correto foi determinada, o próximo curso de terapia deve ser adiada.
: O citrato de clomifeno também é contra-indicado em pacientes que têm:
1. 1. Disfunção tireoidiana ou adrenal descontrolada.
2. 2. Uma lesão orgânica intracraniana, como um tumor da hipófise.
3. 3. A doença hepática ou história de disfunção hepática.
4. 4. Sangramento uterino anormal de origem indeterminada.
5. 5. Quistos ováricos ou alargamento não devido à síndrome do ovário policístico.
Avisos Manufacturers ‘In Clinical Unidos:
Sintomas visuais:
Os doentes devem ser advertidos de que embaçamento e / ou outros sintomas visuais podem ocorrer ocasionalmente com a terapia do citrato de clomifeno. Estes podem fazer atividades como dirigir ou operar máquinas mais perigosos do que o habitual, em especial sob condições de iluminação variável. Apesar de sua importância ainda não é compreendido (ver “Reações Adversas”), pacientes com sintomas visuais devem interromper o tratamento e ter uma avaliação oftalmológica completa.

Síndrome de hiperestimulação ovariana:

A síndrome de hiperestimulação ovariana (SHO) foi relatado para ocorrer em pacientes que recebem terapia com drogas para a indução da ovulação, incluindo raros casos em pacientes que recebem a terapia de citrato de clomifeno. OHSS é um evento médico distinto da ampliação ovariana descomplicada. OHSS pode progredir rapidamente (dentro de 24 horas a vários dias) para se tornar um evento médico sério. É caracterizada por um aparente aumento dramático na permeabilidade vascular que pode resultar em uma rápida acumulação de líquido na cavidade peritoneal, tórax e, potencialmente, o pericárdio. Os sinais de alerta precoce de desenvolvimento da SHO são graves dor pélvica, náuseas, vômitos e ganho de peso. A sintomatologia seguinte foi visto com casos de SHO: dor abdominal, distensão abdominal, sintomas gastrointestinais, incluindo náuseas, vômitos e diarréia, ampliação ovariana grave, ganho de peso, dispnéia e oligúria. A avaliação clínica pode revelar hipovolemia, hemoconcentração, desequilíbrio electrolítico, ascite, hemoperitônio, derrame pleural, hidrotórax, distensão pulmonar aguda e fenômenos tromboembólicos. Transient anomalias da função hepática teste, sugestivos de disfunção hepática, que pode ser acompanhada por alterações morfológicas na biópsia hepática, foram relatados em associação com a síndrome de hiperestimulação ovariana (SHO).
Precauções:

Diagnóstico prévio ao citrato de clomifeno Terapia:



A avaliação cuidadosa deve ser dada aos candidatos para a terapia de citrato de clomifeno. Um exame pélvico completo deve ser realizado antes do tratamento e repetida antes de cada curso subseqüente. O citrato de clomifeno não deve ser administrado a pacientes com um cisto de ovário, como o alargamento de ovário ainda podem resultar.

Uma vez que a incidência de carcinoma endometrial e de desordens ovulatórias aumenta com a idade, a biópsia endometrial deve sempre excluir o primeiro como causador de tais pacientes. Se o sangramento uterino anormal está presente, cheio de medidas de diagnóstico são necessários.
Ovarian Overstimulation Durante o tratamento com citrato de clomifeno:
Para minimizar o risco associado com o aumento anormal ocasional de ovário durante a terapia de citrato de clomifeno (veja “Reações Adversas”), a menor dose que produz bons resultados deve ser escolhida. Alguns pacientes com síndrome do ovário policístico são extraordinariamente sensíveis às gonadotrofinas e pode ter uma resposta exagerada a doses habituais de citrato de clomifeno. Máximas alargamento dos ovários, seja anormal ou fisiológico, não ocorre até vários dias após a descontinuação do citrato de clomifeno. O paciente com queixa de dores pélvicas após receber o citrato de clomifeno deve ser examinado com cuidado. Se o alargamento do ovário ocorre, a terapia de citrato de clomifeno deve ser suspenso até os ovários voltaram ao tamanho pré-tratamento, ea dosagem ou duração do próximo curso deverá ser reduzida. O alargamento e formação de cistos ovarianos após a terapia do citrato de clomifeno regredir espontaneamente dentro de alguns dias ou semanas após a interrupção do tratamento. Portanto, a menos que uma forte indicação de laparoscopia (ou laparotomia) existe, o alargamento cística, como sempre deve ser controlado conservadora.


Gravidez múltipla:
Nas publicações da revista, a incidência de gravidez múltipla foi aumentado durante os ciclos em que o citrato de clomifeno foi dada. Dentre as 1.803 gestações em que o resultado foi relatado, 90% eram solteiros e 10% gémeosMenos de 1% dos partos notificados resultaram em trigêmeos ou mais.
Destas gravidezes múltiplas, 96-99% resultou no nascimento de recém-nascidos vivos. O paciente e seu marido devem ser advertidos sobre a freqüência e os riscos de gravidez múltipla, antes de iniciar o tratamento.
Outras precauções:
A utilização prolongada de clomifeno pode aumentar o risco de uma fronteira ou tumor ovariano invasivo.

Reações adversas:
Na dosagem recomendada de citrato de clomifeno, efeitos secundários ocorrem com pouca freqüência e, geralmente, não interferem com o tratamento. As reações adversas tendem a ocorrer mais freqüentemente em doses superiores e nos cursos de tratamento mais utilizado em alguns estudos iniciais.
As reações adversas mais frequentes ao citrato de clomifeno incluem o alargamento do ovário (aproximadamente 1 em cada 7 pacientes), assemelha-se ondas de sintomas vasomotores da menopausa, que geralmente não são graves e desaparecem rapidamente após o tratamento é interrompido (cerca de 1 em 10 doentes), desconforto e dor abdominal (cerca de 1 em 15 pacientes). As reações adversas que ocorrem com menor freqüência (cerca de 1 em 50 doentes ou mais) incluem mastalgia, náuseas e vômitos, nervosismo, insônia e distúrbios visuaisOutros efeitos secundários que ocorrem em menos de 1 em 100 doentes incluem dor de cabeça, tonturas e vertigens, aumento da frequência urinária, depressão, fadiga, urticária e dermatite alérgica, sangramento uterino anormal, ganho de peso, cistos ovarianos (alargamento do ovário ou quistos poderia, como tal, deve estar complicado por torção anexial), e perda de cabelo reversível.
Eventos tromboembólicos, como embolia pulmonar, oclusão arterial e flebite, foram relatados raramente em pacientes tratados com citrato de clomifeno. Não está claro o que, eventualmente, a relação destes eventos têm a terapia de citrato de clomifeno.
Quando o citrato de clomifeno é administrado na dose recomendada, ampliação ovariana anormal (ver “Precauções”) não é freqüente, embora a variação de tamanho usual cíclica do ovário pode ser exagerada. Do mesmo modo, dor no meio do ciclo ovariano (mittelschmerz) pode ser acentuada.
Com dosagem prolongados ou superior, a ampliação e formação de cistos ovarianos (geralmente lútea) pode ocorrer com mais freqüência, e na fase lútea do ciclo pode ser prolongada. Pacientes com síndrome dos ovários policísticos pode ser invulgarmente sensível à terapia de clomifeno. As ocorrências raras da ampliação ovariana maciço foram relatados, por exemplo, em um paciente com síndrome de ovário policístico cuja terapia de citrato de clomifeno consistiu de 100 mg por dia durante 14 dias. Desde o alargamento anormal ovariano geralmente regride espontaneamente, a maioria desses pacientes devem ser tratados de forma conservadora. A síndrome de hiperestimulação ovariana foi relatado para ocorrer em casos raros, em doentes tratados com citrato de clomifeno (veja “Advertências”).
A incidência de sintomas visuais (ver “Advertências” para outras recomendações), geralmente descrita como “indefinição” ou spots ou flashes (cintilante), correlaciona-se com o aumento da dose total. Outros sintomas visuais que podem ocorrer incluem diplopia, fosfenos, fotofobia, diminuição da acuidade visual, perda da visão periférica, e de distorção espacial. Os sintomas geralmente desaparecem dentro de poucos dias ou semanas após o citrato de clomifeno é interrompido. Isto pode ser devido à intensificação e / ou prolongamento de pós-imagens. Os sintomas geralmente aparecem em primeiro lugar, ou são acentuados, em cima da exposição a um ambiente mais iluminado.
Embora a medida da acuidade visual em geral, não foi afetada, em um paciente tomando 200 mg por dia, embaçamento visual desenvolvida no sétimo dia de tratamento e evoluiu com diminuição severa da acuidade visual no décimo dia. Nenhuma outra anomalia foi coincidente, ea acuidade visual era normal até o terceiro dia após o tratamento foi interrompido. Ophthalmologically scotomata definível e electroretinographic alterações da função da retina também foram relatados.

BSP Laboratório de Estudos:
Maior retenção de 5% Sulfobromoftaleína (BSP) tem sido relatada em cerca de 10% para 20% dos pacientes nos quais foi medido. Retenção normalmente era mínima, mas foi elevado durante a administração de citrato de clomifeno prolongada ou com hepatopatia aparentemente não relacionados. Em alguns pacientes, pré-existente retenção BSP diminuiu, embora a terapia de citrato de clomifeno foi continuado. Outros testes de função hepática foram geralmente normais.

Outros Laboratório de Estudos:

O citrato de clomifeno não foi relatado para causar uma alteração significativa nos testes hematológica ou renal, no limite da proteína de iodo, ou nos níveis de colesterol sérico.
Defeitos de Nascimento:
Os seguintes eventos adversos foram relatados após a gravidez depois da terapia de indução da ovulação com citrato de clomifeno: gravidez ectópica e anomalias congênitas como a sindactilia, polidactilia, defeitos cardíacos congênitos, tubo de aplasia da retina, hipospadia, displasia de ovário, de fissura lábio-palatina, microcefalia e neural defeitos, inclusive a anencefalia. Alguns relatos na literatura médica têm implícito um aumento na ocorrência de defeitos do tubo neural, enquanto outros indicam que um aumento da incidência sobre a encontrada na população em geral não existe. Um caso de uma anomalia congênita (adactilia) em um infante exposto ao citrato de clomifeno no útero foi relatado.
Dos 1.803 nascidos após a administração de citrato de clomifeno, 45 recém-nascidos com defeitos congênitos foram relatados para uma taxa acumulada de 2,5%.
Seis casos da síndrome de Down ‘, uma morte neonatal com malformações múltiplas, e um caso de cada um dos seguintes foram relatadas: club-torção do pé, tibial ducto lacrimal entupido e hemangioma. As outras anomalias congênitas não foram descritas. Os investigadores não relataram que eram presumivelmente devido à terapia. A taxa acumulada de anomalias congênitas não é superior ao relatado na população em geral.
O câncer de ovário tem sido relatada em um número muito pequeno de mulheres inférteis que foram tratados com citrato de clomifeno. A relação causal entre o tratamento com citrato de clomifeno e câncer de ovário não foi estabelecida.


Dosagem e administração:

Considerações Gerais:

Médicos com experiência na gestão de distúrbios endócrinos ginecológicos ou deve supervisionar o trabalho de acompanhamento e tratamento dos pacientes candidatos à terapia de citrato de clomifeno. Os pacientes devem ser escolhidos para a terapia de citrato de clomifeno somente após avaliação diagnóstica cuidadosa (veja “Indicações”). O plano de tratamento deve ser delineadas com antecedência. Impedimentos para atingir o objetivo da terapia devem ser excluídas ou adequadamente tratadas antes de iniciar o citrato de clomifeno.
Ao determinar um cronograma dose inicial, a eficácia deve ser equilibrado com potenciais efeitos colaterais. Por exemplo, os dados disponíveis até agora sugerem que a ovulação e gravidez são ligeiramente mais atingível com 100 mg / dia durante 5 dias, do que com 50 mg / dia durante 5 dias. Como a dose é aumentada, no entanto, hiperestimulação ovariana e outros efeitos colaterais podem ser esperados a aumentar. Embora os dados ainda não estabelecer uma relação entre dose e nascimentos múltiplos, é razoável que tal correlação existe em razão farmacológica.
Por estas razões, o tratamento do paciente sempre deve iniciar com uma dose de 50 mg por dia durante 5 dias. A dose pode ser aumentada somente naqueles pacientes que não respondem ao primeiro curso (veja “dosagem recomendada”). O tratamento especial com a dosagem mais baixasobre uma duração mais curta é especialmente recomendado se sensibilidade incomum para gonadotrofina pituitária é suspeita, incluindo pacientes com síndrome dos ovários policísticos (ver “Precauções”).

Dosagem recomendada:

A dosagem recomendada para o primeiro curso de citrato de clomifeno é de 50 mg (1 comprimido) por dia durante 5 dias. A terapia pode ser iniciada a qualquer momento se o paciente não teve nenhum sangramento uterino recente. Se progestin-induced sangramento se destina, ou se a hemorragia uterina espontânea ocorre antes da terapia, o regime de 50 mg por dia durante 5 dias deve ser iniciada em ou sobre o quinto dia do ciclo. Quando a ovulação ocorre nesta dosagem, não há nenhuma vantagem para o aumento da dose em ciclos subseqüentes de tratamento. Se a ovulação não parece ter ocorrido após o primeiro curso de terapia, um segundo curso de 100 mg diários (dois comprimidos de 50 mg, administrada como dose única diária) por 5 dias, poderá ser iniciado. Este curso pode começar tão cedo quanto 30 dias após a anterior. É recomendado que o paciente seja examinado para a gravidez, o alargamento do ovário, ou formação de cistos entre cada ciclo de tratamento. Aumenta a dose ou duração da terapia além de 100 mg / dia durante 5 dias, não deve ser empreendida.
A maioria dos pacientes que respondem fazê-lo durante o primeiro curso de terapia, e 3 cursos constituem uma experimentação terapêutica adequada. Se a menstruação ovulatória não ocorrer, o diagnóstico deve ser reavaliado. O tratamento além de isso não é recomendado em pacientes que não apresentam evidência de ovulação.
Gravidez:
Coito adequadamente sincronizados é muito importante para bons resultados. De regularidade de resposta ovulatória cíclico, é também importante que cada curso de citrato de clomifeno ser iniciado ousobre o quinto dia do ciclo, uma vez que a ovulação não foi estabelecida. Tal como acontece com outras modalidades terapêuticas, terapia Serophene ® segue a regra dos rendimentos decrescentes, de modo que a probabilidade de concepção diminui com cada curso sucesso da terapia. Se a gravidez não foi alcançado após 3 respostas ovulatórias para Serophene ®, o tratamento posterior geralmente não é recomendado. Antes de iniciar o tratamento, os pacientes devem ser avisados da possibilidade e os riscos de gravidez múltipla, se a concepção ocorre após a terapêutica com citrato de clomifeno.
Long-Term Therapy cíclico – não recomendada:
Desde a relativa segurança da terapia de longo prazo cíclica ainda não foi demonstrada de forma conclusiva, e desde que a maioria dos pacientes vai ovular após 3 cursos, a longo prazo de terapia cíclica não é recomendado.
COMO FORNECIDO

Serophene ® está disponível como marcou 50 mg comprimidos brancos nas combinações de pacotes que se segue:
• 1 caixa com 10 comprimidos
Cada embalagem contém 2 tiras de 5 comprimidos cada.
• 1 caixa 30 comprimidos
Cada embalagem contém 3 fitas de 10 comprimidos, cada um em um esquema fatorial 2 × 5.
Proteger da luz, umidade e calor excessivo. Dispensar em bem-recipiente fechado, resistente à luz, tal como definido na USP, com fecho resistente à criança. Conservar a temperatura ambiente (15 ° -30 ° C/59 ° -86 ° F).


Bula Clomid 50mg




CLOMID*
Citrato de clomifeno

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO - CLOMID


Comprimidos: Caixas com 10 unidades.  
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO - CLOMID


Cada comprimido contém: Citrato de clomifeno    ....................50 mg
Excipientes q.s.p.    ....................1 comprimido
(lactose, açúcar refinado, amido de milho, amido de milho pregelatinizado, estearato de magnésio, óxido de ferro amarelo)


INFORMAÇÕES A PACIENTE - CLOMID



··    Ação esperada do medicamento: a ovulação ocorre geralmente de 6 a 12 dias após a série de CLOMID.
·    Cuidados de armazenamento: Conservar em temperatura ambiente (entre 15- 30ºC),  ao abrigo da luz e umidade.
·    Prazo de validade: Não utilize o medicamento se o prazo de validade estiver vencido, o que pode ser verificado na embalagem externa do produto.
 Gravidez e lactação: Se você ficar grávida durante o tratamento, suspenda a medicação e consulte seu médico. "Informe seu médico se estiver amamentando."
·    Cuidados de administração: "Siga as orientações do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento."
·    Interrupção do tratamento: "Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico."
·    Reações adversas: "Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis." Podem ocorrer: desconforto, aumento de volume abdominal ou dor abdominal, aumento de peso e ondas de calor. Há chance de ocorrer gravidez múltipla (por ex. gêmeos, trigêmeos).
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO  FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.


··    Contra- indicações e Precauções: Informe seu médico a ocorrência de turvação da visão ou de outras anomalias visuais durante o tratamento com CLOMID. Na vigência  de tais sintomas, evite dirigir veículos ou operar máquinas, especialmente em condições de iluminação deficiente. Informe-o também se você tem problemas de fígadohemorragia anormal do útero, cisto no ovárioalergia ao citrato de clomifeno ou se tem ou já teve tumores endócrino-dependentes. "Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento."
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS - CLOMID


CARACTERÍSTICAS:
CLOMID (citrato de clomifeno) é um agente não esteróide, com propriedades estrogênicas e antiestrogênicas, que pode induzir a ovulação em certas mulheres que não ovulam. 
Compete com o estrogênio endógeno nos receptores estrogênicos hipotalâmicos, produzindo aumento da secreção de Gn RH e dos níveis de LH e FSH, o que resulta em estimulação ovariana, com conseqüente maturação do folículo ovariano e desenvolvimento do corpo lúteo.
Estudos em humanos com citrato de clomifeno marcado com 14C têm demonstrado  que sua absorção é rápida e a excreção é feita principalmente pelas fezes. Aproximadamente 50% da dose administrada foi excretada após 5 dias. A presença de 14C nas fezes, 6 semanas após a administração sugere que a droga e/ou metabólitos são lentamente excretados pelo ciclo entero- hepático.  

INDICAÇÕES - CLOMID


Tratamento da infertilidade feminina decorrente de anovulaçãoCLOMID está somente indicado para pacientes com anovulação demonstrada, que se incluem nas condições descritas nesta bula e para pacientes onde o citrato de clomifeno não está contra- indicado. Outras causas de infertilidade devem ser excluídas ou adequadamente tratadas antes do tratamento.
Bons níveis  de estrógeno endógeno (estimado por secreção vaginal, biópsia endometrial, determinação doestrógeno urinário ou sangramento endometrial em resposta à progesterona), constituem prognósticofavorável para obter a resposta ovulatória induzida pelo citrato de clomifeno. Entretanto, um baixo nível deestrógeno não impede o sucesso do tratamento.
O tratamento é ineficaz em pacientes  com falha pituitária ou ovariana primárias e não pode ser substituído pelo tratamento específico de outras causas de falha ovulatória, tais como disfunções tiroidianas ou adrenais. Antes do tratamento, deve- se realizar uma avaliação cuidadosa particularmente em pacientes commetrorragia anormal, pois é muito importante descartar a presença de lesões neoplásicas.

CONTRA-INDICAÇÕES - CLOMID

Hipersensibilidade: CLOMID é contra- indicado em casos de alergia ao citrato de clomifeno.
Gravidez e lactação: Não há estudos controlados com o  clomifeno em humanos, têm sido relatadas malformações congênitas e morte fetal associadas à sua administração, embora uma relação causal direta não tenha sido estabelecida.
Foram relatadas anomalias feitas em roedores (coelhas e ratas) quando CLOMID foi administrado em altas doses durante o período gestacional. Para evitar a administração inadvertida de CLOMID durante o início dagravidez, deve- se determinar a temperatura corpórea basal em todos os ciclos de tratamento e a paciente deve ser cuidadosamente observada para determinar se há ou não sinais de ovulação. Se a temperatura basal é bifásica e não é seguida por menstruação, a paciente deve ser reexaminada para verificar se hágravidez (utilizando um teste seletivo quantitativo) e/ou presença de cisto ovariano.
Em algumas pacientes, o citrato de clomifeno pode reduzir o engurgitamento mamário pós- parto e alactação.
Insuficiência hepática: CLOMID não deve ser administrado a pacientes com doença hepática ou história de disfunção hepática.
Metrorragia: CLOMID é contra- indicado em pacientes com metrorragia  de origem indeterminada.
Cisto ovariano: Vide Precauções.

PRECAUÇÕES - CLOMID


É necessário realizar um exame pélvico antes de iniciar cada ciclo de tratamento.
incidência de carcinoma endometrial e disfunções ovulatórias aumentam com a idade, portanto, a biópsiaendometrial deve sempre excluir a presença de carcinoma nessas pacientes.
Cisto ovariano: A exceção de pacientes com síndrome de ovário policístico, CLOMID não deve ser administrado na presença de cistos ovarianos (incluindo endometriose ovárica), pois pode produzir aumento adicional do tamanho dos mesmos. 
Durante o tratamento com CLOMID, ou inclusive vários dias depois de completado, pode ocorrer aumento ovariano, que geralmente desaparece espontaneamente poucos dias ou semanas após  a suspensão do tratamento.
É recomendável utilizar- se a menor dose consistente com a previsão de bons resultados, para se minimizar a possibilidade de um aumento ovariano anormal associado à terapêutica com CLOMID. A paciente que referir dor abdominal ou pélvica, aumento de peso, desconforto e/ou aumento de volume abdominal durante ou após tratamento com CLOMID, deve ser examinada pela possibilidade de cisto ovariano ou outra anomalia.
Na ocorrência de aumento anormal do tamanho do ovárioCLOMID deve ser descontinuado até a regressão total ao tamanho pré- tratamento. A posologia e duração do tratamento subsequente devem ser reduzidas.
Gravidez múltipla: Há um aumento na probabilidade de ocorrência de gravidez múltipla, relacionada ao tratamento com CLOMID. Potenciais complicações e riscos decorrentes de gestação múltipla devem ser discutidos com a paciente  antes do tratamento com CLOMID.
De 2369 pacientes que engravidaram durante os estudos clínicos, 7,9% foram múltiplos (7,0% duplos; 0,5% triplos; 0,3% quádruplos e 0,1% quíntuplos).
Alterações na gravidez e anomalias congênitas: Têm sido relatadas na gravidez em 21,4% das pacientes tratadas durante os estudos com citrato de clomifeno (aborto 19%; gravidez ectópica 1,18%; parto prematuro 1,0%; mola hidatiforme 0,17% e "fetus papyraceus" 0,04%).
De 158 pacientes que foram administradas, citrato de clomifeno depois da concepção, nasceram 8 crianças (de 7 partos) com malformações congênitas. Essa incidência está dentro do limite observado na população em geral e foi a mesma quando se administrou antes do 19º dia ou entre o 20º e 35º depois da concepção.
incidência de anomalias congênitas em gestações induzidas por tratamento com CLOMID, durante a realização de estudos clínicos, esteve dentro dos limites estatísticos referidos para a população em geral.
Entre as anomalias espontaneamente relatadas em literatura, através da publicação de casos individuais, a proporção de defeitos do tubo neural tem sido elevada em gestações associadas a ovulação induzida porCLOMID. Este dado entretanto, não é confirmado por estudos estatísticos populacionais.
Têm sido publicados relatos, baseados em estudos populacionais, de uma possível elevação no risco de ocorrência de síndrome de Down, em casos de ovulação induzida, e de aumento de defeitos de trissomia, entre fetos abortados espontaneamente de mulheres sub- férteis, que receberam drogas indutoras deovulação (nenhum caso com CLOMID exclusivamente, sem outra droga indutora). Entretanto, os relatos são ainda em número muito reduzidos para confirmar estatisticamente um risco que justifique a amniocentese, além das indicações usuais devido a idade ou história familiar. 
Sintomas visuais: Devido à possibilidade de ocorrência de turvação visual ou outros sintomas visuais durante o tratamento com CLOMID, atividades como dirigir veículos ou operar máquinas podem se tornar arriscados, particularmente em condições de má iluminação. Desconhece- se a origem de tais sintomas. Na ocorrência  de  anormalidades visuais, deve-se interromper o tratamento e proceder a um exame oftalmológico detalhado.

REAÇÕES ADVERSAS - CLOMID


Efeitos colaterais parecem ser dose- dependentes, ocorrendo mais frequentemente em altas doses e em tratamento prolongados. As reações adversas mais frequentemente relatadas são (em ordem decrescente deincidência): Aumento de volume do ovário: na posologia recomendada, um aumento anormal é pouco frequente (incidência de 13,6%). Pode ocorrer dor abdominal na época da ovulação. Foram registrados, entretanto, raros casos de aumento maciço do ovário, por exemplo, uma paciente com síndrome de ováriopolicístico cuja terapia com citrato de clomifeno consistiu de 100 mg/dia/14 dias. O aumento ovariano geralmente regride espontaneamente e a maioria das pacientes nessas condições devem ser tratadas cautelosamente.
"Flushes" vasomotores ou "fogachos": (incidência de 10,4%) semelhantes aos da menopausa, raramente graves e desaparecem rapidamente com a interrupção do tratamento. 
Desconforto pélvico - abdominal: aumento de volume abdominal, plenitude (5,5%), geralmente relacionadas com o aumento ovariano ou fenômenos ovulatórios ou pré-menstruais.
Também são descritos:
Sintomas visuais: descritos como "turvação" visual, manchas ou fosfenas (escotomas cintilantes) são relatados com incidência relacionada a aumento da posologia e geralmente desaparecem em dias ou semanas após a interrupção do tratamento. Existem raros relatos de catarata.
Alterações cutâneas: há relatos de dermatite e "rash" cutâneo associado a condições de reação alérgica,eritema multiformeequimose e edema angioneuróticoAlopécia tem sido relatada raramente.
Sintomas neurológicos: tonturavertigem, nervosismo, insônia, depressão e astenia têm sido relatados raramente. Há relatos de outras condições como síncopes/desmaios, acidente vascular cerebraltrombosecerebral, reações psicóticas incluindo psicose paranóica, distúrbios neurológicos, desorientação e distúrbios da fala.
Disfunção hepática: a retenção de bromosulfaleína foi superior a 5% em 32 de 141 pacientes avaliadas, incluindo 5 de 43 que tomaram aproximadamente a dose de CLOMID atualmente recomendada. A retenção foi em geral mínima, a não ser quando associada à administração contínua prolongada ou com hepatopatia aparentemente não relacionada a droga.
Outros testes de função hepática foram, em geral, normais. Em um estudo posterior, no qual se administrouCLOMID por 6 ciclos consecutivos (50 ou 100 mg/dia durante 3 dias) ou placebo, foram realizados exames de retenção de bromosulfaleína em 94 pacientes. Destes, 11 tiveram retenção elevada em 5%, 6 dos quais haviam tomado droga e 5 placebo.
Neoplasias: relatos isolados da ocorrência de neoplasias endócrino- dependentes ou de seu agravamento (miomas, tumores hipofisários e de mamas).
Outros sintomas, também descritos, embora em incidência inferior a 3,5%, são: náuseas, mal estar gástrico,poliúriametrorragia funcional, aumento de peso, hipersensibilidade mamária e disúria.

POSOLOGIA E MODO DE USAR - CLOMID


O tratamento consiste de 3 ciclos, o qual pode ser contínuo ou alternado, a critério médico. Após o tratamento, a paciente deve tentar a gravidez. Entretanto, se a paciente ficar grávida durante o tratamento, deve- se interromper a medicação (vide contra-indicações).
A dose recomendada para o primeiro ciclo do tratamento é de 50 mg (1 comprimido) ao dia durante 5 dias. Em pacientes amenorréicas o tratamento pode ser iniciado em qualquer período do ciclo menstrual. Se for programada indução de metrorragia por progestínico ou se ocorrer menstruação espontânea, CLOMID deve ser administrado a partir do 5º dia do ciclo. Se a ovulação ocorrer com esta posologia, não há vantagem em aumentar a dose nos 2 ciclos seguintes.
Se a ovulação não ocorrer após o primeiro ciclo de tratamento, deve ser instituído um segundo ciclo com 100 mg ao dia durante 5 dias, após 30 dias do tratamento anterior. O aumento da posologia não deve ultrapassar a dose e duração de 100 mg/dia por 5 dias.
A maioria das pacientes responsivas ao CLOMID, ovulam após o primeiro ciclo de tratamento e 3 ciclos são suficientes para uma avaliação da terapêutica. Se não ocorrer menstruação ovulatória neste período de tempo, o diagnóstico deve ser revisto. 
A continuidade do tratamento após 3 ciclos não é recomendável nas pacientes que não manifestarem evidência de ovulação
Dado que não foi demonstrada a inocuidade relativa ao tratamento cíclico prolongado, não se recomenda continuar o tratamento depois de 6 ciclos (incluindo 3 ciclos ovulatórios).

SUPERDOSE - CLOMID


Não há relatos de intoxicação aguda com CLOMIDSinais e sintomas de superdose podem ser náuseas evômitos, "flushes" vasomotores, turvação da visão, escotomas cintilantes, aumento do ovário com dor pélvica ou abdominal. Intensa hiperestimulação do ovário pode ser acompanhada por ganho de  peso e ascite. Mulheres em idade fértil que tenham tomado uma superdosagem de CLOMID devem ser observadas durante 2 ou 3 semanas em relação a possibilidade de  uma hipertrofia ovariana.

PACIENTES IDOSOS - CLOMID


Não há informações disponíveis sobre a relação entre a idade e os efeitos do citrato de clomifeno em pacientes idosos.

CLOMID - Laboratório

MEDLEY