25 de abr de 2012

INHAME - FAZ MILAGRES! NA OVULAÇÃO



Olá  MENINAS, EU ESTAVA PASSEANDO POR ALGUNS FÓRUNS E ME DEPAREI COM ESSE ASSUNTO QUE ACHEI BEM INTERESSANTE: Chá DE INHAME COMO INDUTOR NATURAL, ENTÃO LOGO PENSEI EM COMPARTILHAR COM VCS. QUEM JÁ TOMOU DIZ QUE E BOM MESMO E VALE MUITO A PENA TENTAR. 




           
Como sabemos, o Inhame é um indutor natural de ovulação. 



CHÁ DE INHAME 


Receita: Retire a casca de um Inhame e ferva em 1 copo (requeijão) de água. 


Posologia: Tomar em jejum 1/2 copo, durante 7 dias, de preferência a partir do 7º dia do ciclo até o 14º. 


Ação esperada do medicamento: super estimula a produção dos ovários promovendo a liberação de 2 (dois) ou mais óvulos e/ou prolonga o período fértil, fazendo durar o tempo disponível do óvulo para fecundação. 


Efeitos colaterais: pode provocar náuseas, diarreias e vômitos. 


Precauções: qualquer sintomas adversos suspender o uso.


Contra Indicações: Não utilizar em crianças, gestantes, pessoas com disfunções intestinais e idosos. 



OBSERVAÇÕES IMPORTANTES! 


1. O Chá tem que ser consumido no mesmo dia, como a casca fica embaixo da terra, tem que ferver muito bem, uns 5 minutos no mínimo!, então praticamente 1/2 copo acaba evaporando... 


2. Não faz mal tomar, mas para quem não quer tomar a baba gosmenta, pode retirar só a casca, raspando cuidadosamente com a faca, ao invés de ir cortando. 


3. O melhor inhame é o tipo (japonês) aquele redondinho e cabeludinho, pois a casca tem mais propriedades, mas o outro inhame tipo (do norte) maior, também pode ser usado. 


4. Em qualquer tipo de inhame deve ser utilizado a casca toda!, pois embora o "do norte" seja maior, as concentrações são menores, por isto, de usar toda a casca do maior também. 


Beijosss Fertéis!!!





O chá só deve ser tomado do 7° ao 14° DC... Mesmo que você tenha ovulação tardia, não se deve passar desse periodo! 






Tudo sobre síndrome dos ovários policísticos


O nome ovários policísticos vem da aparência dos ovários em mulheres com esta síndrome, que ficam aumentados e com numerosos cistos.
A síndrome dos ovários policísticos afeta entre 10 a 20% das mulheres, sendo uma das principais causas de infertilidade feminina. O diagnóstico precoce e tratamento adequado pode reduzir o risco de complicações, que incluem diabetes e doenças do coração.
O mecanismo preciso ainda não é conhecido. No entanto, já é sabido que há um aumento na produção de insulina devido a uma diminuição de sua ação nas células do organismo. Esse aumento leva a uma maior produção de andrógenos (hormônios masculinizantes) pelos ovários. Além disso, há uma disfunção no equilíbrio de dois hormônios da hipófise responsáveis pelo controle dos ovários: LH X FSH.(LH-hormônio luteinizante e FSH-hormônio folículo estimulante)
Sintomas da síndrome dos ovários policísticos

Quais os sintomas?
Irregularidades Menstruais. É um dos principais sintomas da síndrome dos ovários policísticos. Grande parte das mulheres tem atrasos ou mesmo ausência das menstruações.
Problemas na pele e aumento de pelos. Acne, espinhas, queda de cabelo, pele oleosa e aumento de pelos são sintomas que podem fazer parte da síndrome dos ovários policísticos. Este conjunto de sintomas é chamado de hiperandrogenismo.
Aumento de peso. Muitas mulheres que tem síndrome dos ovários policísticos apresentam aumento de peso. Mulheres com excesso de peso possuem predisposição a desenvolver resistência à insulina e síndrome metabólica, aumentando risco de alterações vasculares, diabetes, hipertensão arterial e doenças do coração.
Acanthosis nigricans. Este é termo médico para manchas escuras e com textura espessa em regiões do corpo como pescoço, axilas, abaixo dos seios, vulva e região interna das coxas.
Dificuldade para engravidar. Muitas mulheres com esta síndrome não tem ovulação regular. Este fato faz com que muitas delas tenham dificuldade em engravidar sem um tratamento eficaz.
No entanto isto não quer dizer que mulheres com síndrome dos ovários policísticos sejam inférteis. Muitas adolescentes com estes ovários pensam que não podem engravidar e acabam conseguindo uma gravidez indesejada.
Abortos. Pode haver uma correlação entre ovários policísticos e maior incidência de aborto devido aos altos níveis de LH em mulheres com este quadro.
A SOP não tratada tem progressão até a menopausa, quando devido à falência ovariana, cessa a produção de estrógenos e andrógenos. Estudos em andamento têm relacionado a SOP com um maior risco de doenças cardiovasculares o que fica reforçado devido às alterações de gorduras (colesterol total e frações e triglicérides) corporais também presentes na SOP.

As outras complicações estão relacionadas com as alterações resultantes da anovulação: infertilidade, irregularidades menstruais variando de amenorréia a hemorragias uterinas, hirsutismo e acne. Mais importante ainda é a exposição do endométrio (revestimento interno uterino) contínua ao estrogênio, sem a presença da ação da progesterona contrabalançando-o, por encontra-se ausente devido às alterações hipófise – ovarianas. Essa exposição contínua pode propiciar o aparecimento de câncer de endométrio cujo risco é três vezes maior em mulheres com SOP. Além disso, há estudos sugerindo que a anovulação crônica durante a idade fértil, está relacionada com maior risco de câncer de mama após a menopausa.

Outras Causas de Anovulação na Idade Reprodutiva
Atividades físicas extenuantes

Falência ovariana precoce

Tumor benigno hipofisário produtor de prolactina

Drogas com ação progestínica

Hiper ou hipotireoidismo

Desordens alimentares

Hiperplasia congênita da supra-renal

Tumores virilizantes da supra-renal

Tumores de ovário

Exames Diagnósticos
Vários exames devem ser solicitados para a avaliação do padrão hormonal e a forma dos ovários. Inicialmente, deve-se fazer um teste de gravidez, que necessita ser descartada em qualquer mulher em idade fértil que esteja sem menstruar.
Deve-se solicitar uma ultra-sonografia para avaliar os ovários que, em caso de SOP, demonstrarão pelo menos oito imagens periféricas com menos de 10 mm de diâmetro.
O nível sangüíneo de vários hormônios pode ser avaliado: testosterona, androstenediona, LH, FSH, estradiol, estrona, prolactina, insulina em jejum além de glicose em jejum.
Outros exames poderão ser necessários para excluir as outras causas mencionadas acima. Um exame de colesterol total e frações também deve ser realizado para avaliar do padrão lipídico e a necessidade de se tomar medidas modificadoras. A pressão arterial deve ser medida anualmente para se descobrir precocemente uma hipertensão arterial. 

Tratamento da síndrome dos ovários policísticos

É importante realizar o tratamento adequado dos ovários policísticos, tanto para garantir saúde e qualidade de vida no presente, quanto para evitar complicações futuras decorrentes da síndrome metabólica.
O tratamento da síndrome dos ovários policísticos depende dos sintomas apresentados e do desejo atual de engravidar.
Modificação Comportamental
Diminuição de peso, dieta e exercícios. São muito importantes mesmo quando juntos ao tratamento medicamentoso. A diminuição de peso diminui os níveis de testosterona, de insulina e de LH.
Mulheres que não desejam engravidar
Para mulheres que não querem engravidar, pode-se usar drogas com ação progestínica, por 10 a 14 dias por mês, para contrabalançar a ação estrogênica no endométrio. Não há supressão de produção de andrógenos (Medroxyprogesterona ou Noretindrona).

Outra opção para essas pacientes é a pílula anticoncepcional de doses baixas. As vantagens dessa terapia são: contracepção, prevenção de crescimento e câncer endometrial, normalização dos ciclos menstruais e tratamento da acne e hirsutismo (melhora seis meses após uso). Drogas antiandrogênicas podem ser associadas para o tratamento do hirsutismo com maior rapidez (Espironolactona, etc).

Drogas análogas aos hormônios liberadores de gonadotropinas devem ser usadas em pacientes que não respondem ao tratamento acima. Cuidado com seus efeitos colaterais ósseos e vaginais.
Tratamentos para engravidar
Se a paciente pretende engravidar o médico lhe recomendará um tratamento de indução da ovulação não sem antes afastar as outras causas de infertilidade. A 1a tentativa deve ser com indutor à base de citrato de clomífeno, e metformina, se for o caso, deve-se inicar com uma dosagem baixa, se a paciente não responder, aumentar a dosagem, se mesmo assim a ovulação não responder, deve-se partir para a indução à base de gonotrofinas (LH e FSH).
O fato de a mulher conseguir ovular com medicamentos não significa que a síndrome foi curada, o acompanhamento médico deve ser mantido de forma regular.
Hipoglicemiantes orais
Em alguns casos medicamentos que são usados no tratamento da diabetes são empregados para tratar a síndrome dos ovários policísticos, para isso deve ser feito a dosagem de insulina.
Esse tratamento tem sido com o uso de Metformina, uma droga que aumenta a sensibilidade da insulina, utilizada no tratamento da diabetes mellitus tipo 2. Estudos preliminares demonstraram um retorno à atividade menstrual em 68% a 98% das mulheres com SOP que utilizaram-na. Não é o tratamento padrão, mas pode ser uma possibilidade real futura.
Cirurgia. Os métodos cirúrgicos para tratar os ovários policísticos têm sido abandonados.



Fontes: Site BancodeSaude.com.br, Site Boasaude.com.br

24 de abr de 2012

Exames que toda Tentante deve Fazer

Quando decidimos engravidar achamos que vai ser no vapt-vupt, mais infelizmente não é assim precisamos quebrar nossas cabeças até chegar a uma conclusão. Mais graças a Deus tive sorte de encontrar amigas no Diário da Treinante que me ajudaram a entender melhor sobre a infertilidade. Quando resolvi investigar as possíveis causas nossa penei, cada medico dizia uma coisa diferente uns que tinha o útero septado outros bicorne e pior ainda falaram que tinha útero arqueado que era impossível operar. Enfim uma serie de coisas mais pelo incrível que pareça foi melhor assim pois alguma coisa está me impedindo de engravidar né?  Então lá na comunidade do orkut existe tópicos que ajudam a nos esclarecer algumas duvidas e sempre tem moderadoras online para dar força e incentivos lá me sinto em casa rsrsr. 


Agora vamos aos exames, alguns médicos não gostam de passar pois dizem que não temos indicação como assim? então temos que passar por tudo isso pra investigar as causas?? Peçam seus médicos esses exames bjs :


01. Cariótipo de sangue periférico com bandas;
02. Dosagem de células NK (CD-3, +16, +56);
03. Pesquisa de Anticorpos anticardiolipina;
04. Pesquisa do fator anticoagulante lúpico;
05. Fator antinúcleo;
06. Anti-peroxidase tireoideana;
07. Anti-tireoglobulina;
08. Pesquisa de Mycoplasma no colo uterino;
09. Pesquisa de Streptococus Beta hemolítico no colo uterino e na secreção vaginal;
10. Pesquisa de Chlamydia no colo uterino;
11. Sorologia para HIV I e II;
12. Sorologia para HTVL I e II;
13. Pesquisa de HbsAg;
14. Anti HCV;
15. VDRL;
16. Sorologia para toxoplasmose;
17. Sorologia para Citomegalovírus;
18. Prolactina sérica;
19. Glicemia de jejum e pós-prandial;
20. TSH;
21. T4-livre;
22. Tipagem sanguínea: ABO e Rh;
23. Teste de Coombs indireto;
24. Pesquisa da mutação do gene do fator V de Leiden;
25. Pesquisa da mutação G20210A do gene da protrombina;
26. Pesquisa da mutação C677T do gene da metileno tetrahidrofolato redutase;
27. Dosagem da proteína C e S;
28. Dosagem de Antitrombina III;
29. 25-OH-Vitamina D3.

30. Crossmatch 
31. CA125 


Para o companheiro:

01. Sorologia para HIV I e II;
02. Sorologia para HTVL I e II;
03. Sorologia para Chagas;
04. Sorologia para Lues;
05. Pesquisa para Hbs-Ag;
06. Pesquisa Anti-HBcTotal;
07. Anti-HCV;
08. Tipagem sanguínea: ABO e Rh;
09. Cariótipo de sangue periférico com bandas

Aumento da Testosterona? Cuidado mulheres:


Meninas vcs sabiam que nos mulheres temos o hormônio testosterona mais em poucas quantidade?? Se vc está tentando engravidar e todos os seus exames estão Ok inclusive os hormonios não custa tentar pedir ao seu ginecologista o de testosterona né? Bom abaixo pesquisei mais sobre o assunto então vamos lá:

A testosterona, em menores proporções do que encontradas no organismo masculino, é encontrada normalmente nas mulheres. Quando a taxa desse hormônio está muito alta é necessário pesquisar problemas como adenoma na hipófise e síndrome dos ovários micropolicísticos, que são um dos principais causadores desse aumento.
A elevação muito acima do normal pode causar hirsutismo, que seria uma masculinização do corpo feminino, como crescimento exacerbado de pêlos pelo corpo (eles também engrossam), desregulação da menstruação, aumento da oliosidade da pele e espinhas, e ainda ressecamento do cabelo.
O aumento dos níveis de testosterona no corpo deve ser investigado pelo ginecologista ou endocrinologista e imediatamente tratado ainda mas nas mulheres que desejam engravidar, com isso, os sintomas e consequências passarão.

Informações sobre o Zoladex

 O zoladex é uma medicação utilizada no tratamento da endometriose, pois ele induz uma "menopausa artificial", levando ao "repouso" dos ovários, e consequentemente, ausência da menstruação. Como na endometriose a menstruação é um alimento da doença, a interrupção parcial da mesma pode regredir a doença e melhorar as chances de gravidez.
Pessoal, eu sempre li bula de tudo q tomo, mas tenho consciência, q sou excessão. A maioria das pessoas ñ têm esse hábito pq a linguagem nas bulas é bastante técnica e há medicamentos q se começarmos ler todas as reações q ele "pode" causar, ficamos em pânico e, preferimos ñ ler, mas ñ nos damos conta q a maioria dessas possíveis reações aconteceram em 1 ou 5% das pessoas q usaram o medicamento durante as pesquisas obrigatórias para q ele seja liberado pra venda.

Se lermos as bulas atentamente, com toda paciência e cuidado ficaremos concientes sobre pra q serve o medicamento, como ele age no nosso corpo, quais as reações esperadas e quais as ñ esperadas. Se surgirem essas reações inesperadas, saberemos como agir e buscar orientação médica o mais rápido possível.

Vamos tentar deixar de lados esses medos e fantasmas q criamos qdo ñ conhecemos algo e vamos criar esse hábito q pode ajudar mto no tratamento!

Segue abaixo a bula do Zoladex q é bastante usado no tratamento da endo e de alguns tipos de câncer. Só foram postadas as partes q dizem respeito a endometriose.



ZOLADEX (nome fantasia do medicamento)

ACETATO DE GOSERELINA 3,6mg (substância química que compõe o medicamento) 

FORMA FARMACÊUTICA (formato do medicamento: cápsulas, comprimidos, supositórios etc) E APRESENTAÇÃO (se vem em cartelas, potes, ampolas): 
Embalagem com uma seringa para injeção subcutânea (entre a pele e o músculo) abdominal carregada com a goserelina.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE: 

Ação esperada do medicamento: A melhora dos sintomas é observada no decorrer do tratamento.

Cuidados de armazenamento (como preservar): Conservar em temperatura inferior a 25ºC. Não congelar. Proteger da luz e umidade. Não utilize o produto caso sua embalagem interna esteja aberta.

Gravidez e lactação (amamentação): Informe seu médico a ocorrência de gravidez durante o tratamento ou após seu término. Informe ao médico se está amamentando. ZOLADEX não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que estejam amamentando. 

Cuidados de administração (como usar a medicação): Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, a dose e a duração do tratamento. Mulheres que fazem uso de ZOLADEX não devem tomar anticoncepcionais injetáveis nem pílulas. Durante o tratamento deve ser utilizado um método anticoncepcional não-hormonal. Seu médico irá orientá-la a este respeito.

Interrupção do tratamento: Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Reações adversas( q podem ou ñ acontecer): Durante o tratamento com ZOLADEX podem ocorrer ondas de calor, dificuldade para urinar, dor nos ossos e, às vezes, reações na pele. Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis. 

Ingestão concomitante com outras substâncias: Enquanto estiver em tratamento com ZOLADEX não tome nenhum outro medicamento sem o consentimento de seu médico.

Contra-indicações (qdo o medicamento ñ pode ser usado) e precauções (cuidados): 
ZOLADEX é contra-indicado para mulheres grávidas ou amamentando e não deve ser administrado a pacientes com hipersensibilidade ao produto ou a outros agonistas do LHRH. Após a aplicação de ZOLADEX, não mexa no local até sua próxima visita ao médico. Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir autos e operar máquinas: Não há evidência de que a administração de ZOLADEX resulte em comprometimento da habilidade de dirigir autos ou operar máquinas.

Indicações:

ZOLADEX é indicado para: 

-   Controle de câncer prostático passível de manipulação hormonal.
-   Controle de câncer de mama passível de manipulação hormonal, em mulheres em pré e perimenopausa.
-   Controle da endometriose, aliviando os sintomas, inclusive a dor, e reduzindo o tamanho e o número das lesões endometriais.-   Controle de leiomioma (tumor benigno) uterino, reduzindo o seu volume na maioria dos casos, melhorando o estado hematológico da paciente e reduzindo os sintomas, inclusive a dor. É utilizado previamente à cirurgia para facilitar as técnicas operatórias e reduzir a perda sangüínea intra-operatória.
-   Diminuição da espessura do endométrio, utilizado antes da ablação (remoção) endometrial. 
-   Fertilização assistida: bloqueio hipofisário na preparação para a superovulação.


Contra-indicações:

É contra-indicado para mulheres com prévia hipersensibilidade a ZOLADEX ou a qualquer componente do produto, grávidas e lactantes.


PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS

Pacientes do sexo feminino que estejam fazendo uso de ZOLADEX devem adotar métodos anticoncepcionais não-hormonais durante o tratamento.

O uso de agonistas do LHRH em mulheres pode causar uma diminuição da densidade mineral óssea (enfraquecimento dos ossos). Dados atualmente disponíveis sugerem que alguma recuperação da perda óssea pode ocorrer ao se suspender o tratamento. Em pacientes recebendo ZOLADEX para o tratamento de endometriose, a adição de terapia de reposição hormonal (um agente estrogênico diariamente e um agente progestagênico) reduziu a perda da densidade mineral óssea e os sintomas vasomotores.

O uso de ZOLADEX pode causar aumento da resistência cervical e cautela deve ser tomada ao dilatar a cérvix.

Até o momento não há dados clínicos sobre a eficácia do tratamento de afecções ginecológicas benignas com ZOLADEX por períodos superiores à seis meses.   

Uso na reprodução assistida:

ZOLADEX deve ser apenas administrado como parte de um regime para a reprodução assistida, sob supervisão de um especialista experiente da área. Assim como para outros agonistas do LHRH, existem alguns relatos de síndrome de hiperestimulação ovariana (SHO) associada ao uso de ZOLADEX em combinação com gonadotrofinas. O ciclo de estimulação deve ser cuidadosamente monitorado para identificar pacientes com risco de desenvolver essa síndrome. A gonadotrofina humana (hCG) deve ser bloqueada, se apropriado.

Recomenda-se cautela ao usar ZOLADEX em regimes de reprodução assistida em pacientes com síndrome do ovário policístico, pois pode haver aumento do recrutamento de folículos (óvulos imaturos).

Uso durante a gravidez e lactação:

ZOLADEX não deve ser utilizado durante a gravidez, pois há um risco teórico de aborto ou anormalidade fetal se forem utilizados agonistas do LHRH na gravidez. 

Mulheres potencialmente férteis devem ser cuidadosamente examinadas antes do início do tratamento para excluir uma possível gravidez. Devem ser utilizados métodos anticoncepcionais não hormonais durante o tratamento. Somente após o retorno da menstruação poderão ser utilizados métodos contraceptivos hormonais.

A possibilidade de gravidez deve ser excluída antes que ZOLADEX seja utilizado para fertilização assistida. Quando empregado com esse fim, não há evidência clínica que sugira uma associação causal entre ZOLADEX e qualquer anormalidade subseqüente de desenvolvimento de oócito (óvulo maduro, pronto pra ser fecundado) ou gravidez e parto.

O uso de ZOLADEX durante o período de amamentação é contra-indicado.

Testes Laboratoriais:

A administração de ZOLADEX em doses terapêuticas resulta na supressão do sistema pituitário-gonadal. 

Os testes diagnósticos das funções pituitárias gonadotrópica e gonadal realizados durante o tratamento com ZOLADEX e até que o fluxo menstrual seja retomado podem apresentar resultados alterados devido a seu efeito supressor. 

Geralmente a função normal é restaurada dentro de 12 semanas após a interrupção do tratamento. (é esperado q a menstruação volte 12 semanas após a aplicação da última injeção)

REAÇÕES ADVERSAS:

Raros incidentes de reações de hipersensibilidade, entre elas algumas manifestações de anafilaxia (reação alérgica acentuada), foram reportados.

Foram relatados artralgia (dor na articulação), parestesias inespecíficas (sensação de formigamento ou ardência na pele) e rashes cutâneos (ressecamento da pele), geralmente leves, que regrediram sem descontinuação do tratamento.

Alterações na pressão sangüínea, que podem se manifestar sob forma de hipotensão(pressão baixa) ou hipertensão (pressão alta), foram ocasionalmente observadas em pacientes que estavam sob uso de ZOLADEX. As alterações são normalmente transitórias e resolvem-se durante a continuação da terapia ou após seu término. Raramente tais mudanças foram suficientes para exigirem intervenção médica, incluindo cessação da terapia com ZOLADEX.

Assim como para outros agentes desta classe, foram relatados casos muito raros de apoplexia(hemorragia) hipofisária após a administração inicial.

Em mulheres:

Efeitos farmacológicos em mulheres incluem ondas de calor, sudorese (suor excessivo), alteração da libido (diminuição do desejo sexual), que raramente requerem suspensão do tratamento. Cefaléia (dor de cabeça), alterações de humor, inclusive depressão, ressecamento vaginal e alteração no tamanho das mamas foram observados pouco freqüentemente.

Inicialmente, algumas pacientes com câncer de mama podem ter um temporário aumento dos sinais e sintomas, os quais podem ser controlados sintomaticamente. Em mulheres com leiomiomas pode haver a degeneração dos mesmos.

Pode ocorrer eritema (vermelhidão) no local da injeção.

Raramente, algumas mulheres poderão entrar na menopausa durante o tratamento com análogos do LHRH e não menstruarão novamente ao suspender o tratamento.

Nos estudos clínicos de ZOLADEX a cada 28 dias para o tratamento de endometriose, os seguintes eventos foram reportados na freqüência de 5% ou mais: vaginite (infecção vaginal), acne, seborréia (oleosidade excessiva), edema periférico (inchaço), sintomas pélvicos, dor, dispareunia (dor na relação sexual), infecção, astenia (fraqueza, cansaço), náusea, hirsutismo (crescimento de pêlos em lugares e em quantidades incomuns), insônia, dor na mama, dor abdominal, dor nas costas, síndrome de gripe, tontura, reação no local da aplicação, alteração na voz, faringite, alteração no cabelo, mialgia (dor muscular), nervosismo, aumento de peso, cãibra nas pernas, aumento de apetite, prurido (coceira) e hipertonia (aumento da massa muscular).

Os seguintes efeitos adversos não estão na lista acima, mas foram reportados na freqüência de 1% ou mais:
Cardiovascular: hemorragia, hipertensão, enxaqueca, palpitação e taquicardia (batimento cardíaco acelerado).

Sistema nervoso central: ansiedade, parestesia, sonolência e alteração do pensamento.

Inicialmente, algumas pacientes com câncer de mama podem ter um temporário aumento dos sinais e sintomas, os quais podem ser controlados sintomaticamente. Em mulheres com leiomiomas pode haver a degeneração dos mesmos.

Pode ocorrer eritema (vermelhidão) no local da injeção.

Raramente, algumas mulheres poderão entrar na menopausa durante o tratamento com análogos do LHRH e não menstruarão novamente ao suspender o tratamento.

Nos estudos clínicos de ZOLADEX a cada 28 dias para o tratamento de endometriose, os seguintes eventos foram reportados na freqüência de 5% ou mais:

Vaginite (infecção vaginal), acne, seborréia (oleosidade excessiva), edema periférico (inchaço), sintomas pélvicos, dor, dispareunia (dor na relação sexual), infecção, astenia (fraqueza, cansaço), náusea, hirsutismo (crescimento de pêlos em lugares e em quantidades incomuns), insônia, dor na mama, dor abdominal, dor nas costas, síndrome de gripe, tontura, reação no local da aplicação, alteração na voz, faringite, alteração no cabelo, mialgia (dor muscular), nervosismo, aumento de peso, cãibra nas pernas, aumento de apetite, prurido (coceira) e hipertonia (aumento da massa muscular).

Os seguintes efeitos adversos não estão na lista acima, mas foram reportados na freqüência de 1% ou mais:

Cardiovascular: hemorragia, hipertensão, enxaqueca, palpitação e taquicardia (batimento cardíaco acelerado).

Sistema nervoso central: ansiedade, parestesia, sonolência e alteração do pensamento.

Gastrointestinal: anorexia (falta de apetite), constipação (intestino preso), diarréia, boca seca, dispepsia( má digestão) e flatulência (gases).

Metabólico / Nutricional: edema (inchaço).

Gerais: reação alérgica, dor no tórax (peito), febre e mal-estar.

Urogenital: dismenorréia, freqüência urinária (aumento na freqüência de micções), infecção do trato urinário e hemorragia(sangramento)vaginal.   

Respiratório: bronquite, aumento da tosse, epistaxe (sangramento nasal), rinite e sinusite.
Pele: alopecia (queda de cabelo), pele seca, erupção e descoloração da pele.

Olhos: ambliopia (diminuição acentuada da acuidade visual) e secura nos olhos.

Músculo-esquelético: artralgia e desordens nas articulações.
Hematológico: equimose (marcas roxas na pele).

POSOLOGIA E MODO DE USAR

Adultos: um depot de ZOLADEX de 3,6 mg, injetado por via subcutânea na parede abdominal anterior a cada 28 dias. 

Diminuição da espessura do endométrio: para diminuição da espessura do endométrio antes da ablação endometrial devem ser administrados dois depots de ZOLADEX, com uma diferença de quatro semanas entre um e outro, com cirurgia planejada entre zero e duas semanas após a administração do segundo depot.

Fertilização assistida: uma vez atingido o bloqueio hipofisário com ZOLADEX, a superovulação e a captação de oócito devem ser realizadas de acordo com as práticas normais. 


"Nunca tome medicação sem o conhecimento do seu medico isso faz mal a sua saúde"
       Em vez de ajudar no tratamento pode atrapalhar e causar danos irreversível 

Histeroscopia Cirúrgica

A histeroscopia cirúrgica é realizada, na maioria das vezes, com equipamento denominado ressectoscópio.
                                   
      

Os procedimentos cirúrgicos são realizados, geralmente, com alguma forma de anestesia, devido à dor provocada pela dilatação e manipulação uterina.

Procedimentos cirúrgicos maiores, como polipectomias, miomectomias e ablação endometrial serão realizados em centro cirúrgico de hospitais, sob anestesia geral ou regional.

Principais indicações de histeroscopia cirúrgica:
- Ressecção de pólipo endometrial e endocervical;
- Ressecção de mioma submucoso;
- Ressecção de septo uterino; 
- Ressecção de sinéquias uterinas; 
- Ablação endometrial.



Útero septado:
O septo uterino é uma anomalia congênita que resulta de um defeito na reabsorção do septo formado pela fusão dos ductos müllerianos. É o tipo mais comum de malformação do sistema reprodutivo e única com possibilidade de tratamento cirúrgico histeroscópico.

Sua prevalência está aumentada em mulheres com repetidas perdas gestacionais. A presença do septo uterino está associada com alta incidência de falência reprodutiva e complicações obstétricas, tais como abortamentos recorrentes de primeiro e segundo trimestres, RCIU, apresentação fetal anômala, nascimento prematuro e infertilidade por dificuldade de implantação do blastocisto.

O diagnóstico pode ser feito por ultra-sonografia tridimensional, que apresenta 91,6% de correlação com laparoscopia para configuração externa do útero, por ressonância magnética, que apresenta 100% de acurácia diagnóstica (Pellerito et al, 1992; Fischetti et al, 1995) ou por laparoscopia associada à histeroscopia, que é considerada padrão ouro tanto para diagnóstico como para tratamento.

A metroplastia (ressecção do septo) histeroscópica está indicada nas seguintes situações: 
1. Perdas gestacionais e recorrentes (2 ou +);
2. Mulheres com infertilidade já investigada e inexplicada;
3. Mulheres acima de 35 anos (melhora a fecundidade);
4. Mulheres que serão submetidas a reprodução assistida;
5. Mulheres submetidas a histeroscopia e laparoscopia por outras razões, a excisão do septo é oportuna e parece lógica;
6. Na presença de dismenorréia e sangramento anormal.

Alguns autores recomendam sua realização mesmo em pacientes sem história de perdas fetais e que desejam engravidar.

Resultados da metroplastia histeroscópica (Hayden A H, Fertility and sterility, 2000-Meta analise):
- Redução das taxas de abortamentos de 88% para 5,9% após a cirurgia;
- Redução das taxas de nascimentos prematuros de 9% para 6%; 
- Infertilidade primária: taxas de gravidez de 48% após metroplastia histeroscópica.
Recomenda-se follow-up histeroscópico em 1 a 2 meses após a cirurgia para prevenção de sinéquias.






Fonte:http://www.videohisteroscopia.net/site/home.php?funcao=intro



20 de abr de 2012

VARICOCELE Sintomas e tratamento



Na maioria das vezes a varicocele ocorre no lado esquerdo da bolsa escrotal, acometendo o testículo esquerdo. Existe uma explicação bem simples para tal fato.

Reparem na figura abaixo como há diferenças entre as veias testiculares esquerda e direita. Enquanto a veia direita desemboca na calibrosa veia cava em um ângulo de 45º, a veia testicular esquerda drena para a veia renal esquerda, de menor calibre e com uma angulação de 90º, o que dificulta o escoamento do sangue. Repare como é feita a drenagem venosa dos testículos (clique na imagem abaixo para ampliar)

Varicocele
Varicocele
Lembrando que as artérias são os vasos que levam o sangue para os órgãos e as veia os que o trazem de volta ao coração. Quando a drenagem venosa não é feita corretamente, o sangue acaba ficando represado.

Portanto, a varicocele é uma insuficiência na drenagem de sangue do testículo, que leva ao represamento sanguíneo e ao aumento do volume das veias. Como já foi dito, é nada mais do que uma variz.

Existe uma graduação da varicocele.

  • Grau I - varicocele pequena e palpável apenas com aumento da pressão abdominal. (tossir ou assoprar contra uma resistência).
  • Grau II - varicocele média e palpável.
  • Grau III - varicocele grande, não só palpável como visível.


Varicocele
  Varicocele (clique p/ampliar. Atenção: A imagem acima  pode ser considerada ofensiva para certas pessoas)

Sintomas da varicocele 

Na maioria das vezes a varicocele é assintomática. Quando há sintomas, o mais comum é a dor testicular e uma sensação de peso na bolsa escrotal, que piora em pé e alivia ao deitarmos. Isso faz todo o sentido, já que, quando deitamos, o sangue não precisa vencer a gravidade para voltar ao coração e a drenagem é deste modo facilitada.

Mas a dor não é o pior problema da varicocele, e sim o risco de infertilidade. Ao tocarmos no saco escrotal, podemos notar que ele tem uma temperatura mais baixa que o resto do corpo. Se vocês repararem, os testículos são órgãos que ficam fora do corpo. Isto ocorre porque os mesmos funcionam melhor em temperaturas mais baixas que a do nosso organismo. Quando ocorre a varicocele, esse represamento de sangue na bolsa escrotal aumenta a temperatura da mesma, causando estresse para ambos os testículos. O resultado final é uma queda na taxa de espermatozoides (oligospermia) e grande diminuição na sua mobilidade, levando por fim, à infertilidade.

Varicocele
Varicocele (Clique para ampliar. Atenção: a imagem acima contém fotos que podem ser ofensivas para algumas pessoas)

Quando a varicocele inicia-se após os 40 anos é importante investigar a presença de uma neoplasia intra-abdominal que possa estar comprimindo a veia testicular e causando a dilatação.

O diagnóstico da varicocele é feito através do exame físico e confirmado pelo ultrassom, que pode também, se for necessário, avaliar a presença de massas abdominais.

Tratamento da varicocele

O tratamento é indicado naqueles que apresentam sintomas, infertilidade ou sinais de atrofia do testículo.

Existem três opções:

1.) Cirurgia aberta: a cirurgia aberta é um procedimento simples, normalmente realizado com anestesia geral (em alguns casos com anestesia local). Dura 45 minutos e o paciente costuma ter alta no dia seguinte.

Devido ao edema, indica-se o uso de um apoio para a bolsa escrotal durante alguns dias. O paciente deve evitar esforço físico por duas a quatro semanas. Relações sexuais somente após dez dias.

2.) Cirurgia laparoscópica: é menos usada pois, neste caso, possui tempo operatório maior e alta hospitalar costuma demorar 48 horas. A única vantagem é uma incisão menor.

3.) Embolização da varicocele: é um processo não cirúrgico, semelhante a um cateterismo. Não é preciso anestesia geral (na maioria das vezes apenas sedação) e o procedimento dura apenas uma hora em média.





Fonte:http://www.mdsaude.com/2009/07/entenda-varicocele.html

Saiba como usar a pílula do dia seguinte


Pilem


A pílula do dia seguinte é um contraceptivo de emergência, deve ser usado quando não houve método contraceptivo ou o mesmo falhou (caso da camisinha estourar, por exemplo).

Deve ser tomada em no máximo 72 duas horas depois da relação sexual, sua eficácia é de 95% e esse percentual só é realmente garantido dentro de um período de 24 horas, após isso, a eficácia vai diminuindo (informações via internet: 48 horas - 85%, 72 horas = 58%; na bula: 48hs = 50% e 72hs = 25%). 

A pílula do dia seguinte deve ser usada no máximo 3 vezes ao ano, por ser uma injestão muito grande hormônio muito grande de uma só vez. Fora o fato do potencial que o corpo humano tem de se adaptar as substâncias químicas, assim, anulando a eficácia das mesmas.

Após tomar a primeira pílula, a mulher deve tomar a segunda em 12 horas.

Quando utilizada da forma correta (como descrito acima), a função da mesma é impedir ou retardar a liberação do óvulo pelo ovário, ou impedir a fixação do mesmo no útero, ou ainda dificultar a aproximação do espermatozóide do óvulo.
No primeiro caso, ele inibe ou retarda a liberação do óvulo, assim, diminuindo as chances da fecundação.
No segundo caso, o óvulo já está fecundado e antes de chegar ao útero ela provoca o descamamento do mesmo, não tendo onde se fixar, o óvulo fecundado acaba sendo liberado junto com a menstruação (provocada pela pílula).
No terceiro caso, a pílula torna a secreção vaginal mais espessa, dificultando a passagem dos espermatozóides e como os mesmos tem vida curta, retardando-os faz com que haja maior possibilidade de morte sem eles alcancem o óvulo.
Porém, se o óvulo já estiver sido fecundado e já estiver começado o processo de fixação no endométrio, a pílula não terá efeito algum.
Um dos efeitos colaterais do contraceptivo de emergência é o desregulamento da menstruação.
Em caso de vômito em até 24 horas depois de ter tomado a primeira ou a segunda dosagem, deve-se repetir o processo.
A pílula custa entre R$15 e R$20.
Alguns médicos dizem que a dose de hormônio nesta pílula é tão grande que funcionaria como anticoncepcional no prazo de um mês, mas nada comprovado cientificamente, então, o melhor é nunca arriscar.


As dúvidas mais frequentes:

Como a pílula deve ser tomada?


Existem dois tipos. Um deles vem em dose única e o outro são dois comprimidos (um ingerido logo após a relação e outro após 12 horas). Seja qual for o tipo, deve ser usado no máximo 72 horas após a relação sexual. Quanto mais tempo demorar, menor será a eficácia.


A pílula funciona como um abortivo?


Não. Ela age antes que a gravidez ocorra. Se a fecundação ainda não aconteceu, o medicamento vai dificultar o encontro do espermatozoide com o óvulo. Agora, se a fecundação já tiver ocorrido, irá provocar uma descamação do útero, impedindo a implantação do ovo fecundado. Caso o ovo já esteja implantado, ou seja, já tenha iniciado a gravidez, a pílula não tem efeito algum.


Preciso de receita médica para comprar a pílula?


Sim. Embora seja possível adquiri-la nas farmácias sem prescrição. No entanto, mesmo que você dispense a receita, procurar por orientação antes é indispensável. Só um ginecologista poderá dar certeza de que o medicamento é indicado para o seu caso.


Ela pode causar efeitos colaterais?


Sim. O mais frequente deles é a alteração no ciclo menstrual e do tempo de ovulação. Em outras palavras, vai ficar impossível calcular seu período fértil e o dia da sua menstruação será um verdadeiro enigma. Além disso, dor de cabeça, sensibilidade nos seios, náuseas e vômitos são sintomas comuns. No caso de vômito ou diarreia nas duas primeiras horas após a ingestão, a dose deve ser repetida. Quem tem organismo sensível a medicamento e está tomando a pílula com indicação médica deve pedir a indicação de um remédio contra enjoos para tomar ao mesmo tempo.


Existe contraindicação?


A pílula é contraindicada para quem sofre de alguma doença hematológica (do sangue), vascular, é hipertensa ou obesa mórbida. Isso porque a grande quantidade de hormônio pode provocar pequenos coágulos no sangue que obstruem os vasos.


Se eu tomar repetidas vezes, ela perde o efeito?


Ela não perde o efeito, mas o risco de você engravidar aumenta. Normalmente, ele já é de 15% se você tomar depois de 24 horas de transar, contra uma média de 0,1% da pílula anticoncepcional comum.


Posso trocar a camisinha pela pílula?


Nem pense nisso. A pílula deve ser tomada apenas quando o método contraceptivo escolhido falha. Além de apresentar efeitos colaterais muito mais severos que a pílula comum, e ser bem mais cara, o contraceptivo de emergência não a protege das doenças sexualmente transmissíveis. Contra elas, só mesmo a boa e conhecida camisinha.


A pílula do dia seguinte é também um método contraceptivo?


Não. Como o próprio nome diz, ela deve ser usada em casos excepcionais e não como um anticoncepcional de rotina, como muitas mulheres estão fazendo. A dose alta de hormônio do medicamento, cerca de 20% a mais do que o existente em uma drágea de anticoncepcional, aumenta o risco de efeitos colaterais.


Mesmo tomando essa pílula é possível engravidar?


Sim. Como todo método, há risco de falha. Como já foi dito, quanto mais cedo a pílula for tomada, maior a sua eficácia.


O uso pode afetar o aparelho reprodutor?


Pode. A curto prazo causa uma verdadeira revolução na produção hormonal da mulher. Já, a longo prazo, depende da quantidade de vezes que a pílula do dia seguinte foi usada. Quanto mais, maiores os riscos. Caso ocorra a gestação ectópica, a mulher poderá perder uma trompa e isso dificultará uma futura gestação.


Ao utilizá-la, estarei protegida até a chegada da menstruação?



Não. Terá se protegido somente da relação que aconteceu antes de ter tomado a pílula.







A PÍLULA DO DIA SEGUINTE NÃO É ANTICONCEPCIONAL, NÃO DEVE SER TOMADO FREQÜENTEMENTE E NÃO TEM EFEITO ABORTIVO.