Terça-feira, Maio 29, 2012


Tratamentos para Engravidar

1º tratamento é o :  Coito programado

2º. Inseminação artificial:

É a técnica mais simples e barata de reprodução assistida.

Consiste na indução da ovulação através de hormônios .O acompanhamento do desenvolvimento dos folículos ovarianos, que vão desencadear a ovulação, é feito através de exames de ultra-sonografia. 

Quando se verifica a iminência de ovulação pelo ultra-som, programa-se a transferência dos espermatozoides. Para isso é feita a coleta de esperma e seleção dos melhores espermatozoides. Após esta seleção, estes espermatozoides são transferidos para dentro do útero através de um cateter. 

Este tratamento está indicado para mulheres com tubas uterinas desobstruídas e homens com alterações leves na qualidade espermática.


3. Fertilização assistida (FIV)


Esta técnica consiste na fertilização no laboratório e na transferência de embriões para o útero. Como os embriões são formados fora do útero materno, daí a denominação “fertilização in vitro”.

Esta técnica tem custo mais elevado, visto ser bem mais complexa. Está indicada em casos de falha de inseminação artificial, obstrução tubárea e deficiência mais significativa na qualidade dos espermatozóides.

A seguir está descrito o processo de fertilização em 5 passos.

Primeiro passo: Indução da ovulação. 

A indução da ovulação é feita com medicação hormonal: São administrados hormônios através de injeções subcutâneas com a finalidade de aumentar a capacidade do ovário para produzir óvulos. Sem esta medicação o ovário produz apenas um óvulo, normalmente, ora do lado esquerdo, ora do lado direito. Com a medicação, os dois ovários tornam-se funcionantes e, assim, aumentam as chances de se obter maior número de óvulos e, conseqüentemente, maior número de embriões fertilizados no laboratório. O acompanhamento da ovulação é feito por exames de ultra-sonografia seriados. Este monitoramento deve ser realizado por profissional especializado, para evitar complicações em caso de excesso de produção hormonal. 
Quando a maioria dos folículos ovarianos atinge cerca de 2,0cm de diâmetro, é realizada uma medicação injetável, por via subcutânea, denominada “HCG purificado”. Esta medicação promove a maturação dos óvulos contidos nos folículos ovarianos. Após 34 a 36 horas da aplicação do HCG, os óvulos estarão prontos para serem colhidos e utilizados.
Segundo passo: Coleta de óvulos


A coleta dos óvulos é realizada sob anestesia, logo o procedimento é absolutamente indolor.

A coleta é feita aproximadamente 34 horas após a administração do “HCG”, através da punção dos folículos ovarianos guiada por ultra-sonografia. Este Procedimento visa aspirar o líquido dos folículos ovarianos que contêm os óvulos.

No mesmo dia da punção dos folículos, é realizada a coleta do sêmen. Este sêmen será processado e, finalmente, colocado em contato com os óvulos puncionados em laboratório.


Terceiro passo: Fertilização dos óvulos

Este procedimento pode ser feito de duas maneiras: fertilização in vitro convencional (FIV) ou ICSI (o espermatozóide é injetado dentro do óvulo).


Fertilização in vitro (FIV):

Os espermatozóides são colocados em contato com os óvulos para que um deles penetre na membrana que envolve o óvulo (zona pelúcida) e entre dentro do óvulo. Assim, ocorre a fecundação e formação do embrião.
ICSI (Injeção intracitoplasmática do espermatozóide)
Nesta técnica, o embriologista seleciona os espermatozóides de melhor qualidade para serem colocados dentro do óvulo.  


Um único espermatozóide selecionado é injetado dentro do óvulo com auxílio de um micromanipulador acoplado ao microscópio.

Está técnica está indicada em casos de deficiência severa da qualidade espermática, 
Veja a representação ao lado do espermatozóide sendo introduzido no óvulo.

Quarto passo: transferência dos embriões

Em 24 horas, o embriologista reavalia os embriões formados e classifica os mesmos segundo critérios rigorosos de morfologia. Os embriões são avaliados diariamente para acompanhamento do processo de desenvolvimento e divisão celular. 
Após a formação dos embriões, aguardamos cerca de três a cinco dias para o adequado desenvolvimento embrionário no laboratório e    posterior transferência dos mesmos para o útero materno. 
A transferência dos embriões é um procedimento indolor, com passagem de um fino cateter para dentro do útero. É realizada com auxilio de ultra-som, para visualizar a passagem dos embriões pelo colo do útero e colocação dos mesmos em local ideal na cavidade uterina.

Quinto passo: É a melhor parte  teste de gravidez 
O teste de gravidez, com pesquisa de βHCG no sangue, é realizado doze dias após a transferência dos embriões.
O exame de ultra-sonografia, após teste de gravidez positivo, é realizado de 2 a 3 semanas após a transferência dos embriões.

Ai meninas quanto mais leio pesquiso sobre gravidez sinto que nossos sonhos estão cada vez mais perto!!!


fonte:http://adrianadegoes.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=51:tratamentos&catid=34&Itemid=65


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Quero engravidar por onde começo?

Meninas decidi postar aqui todos os exames que fiz para descobrir a causa minha infertilidade e assim poder trata-la  outra coisa importantíssima é saber que esses exames têm dia certo pra fazer, existe uma variação hormonal muito grande ao longo do ciclo, então não vale chegar ao laboratório e fazer o dia que quiser, não... Nem sempre o que é bom para uma amiga será bom e funcionará para vc, então acima de tudo confie no que diz seu médico, mas se estiver insegura com ele, procure uma 2a opinião.

Em 1º lugar escolher um bom médico. Como saber se é um bom médico? Se o GO pede exames hormonais, te indica ácido fólico e se mostra atencioso e profissional ao teu desejo de engravidar e as dúvidas que você coloca sobre o assunto. Fica disponível para que vc consiga encontrá-lo por alguma emergência, pois, pensando em quando vc engravidar, é muito importante que vc consiga entrar em contato com ele a hora que precisar. Outro detalhe, é que o médico precisa ser pró-ativo, não ficar achando que tá tudo normal sempre e não investigar nada.



Para o marido:

O espermograma deve ser analisado por um urologista ou especialista em fertilidade, lembrando que o GO não é especializado nessa área e nem sempre sabe interpretar esse exame corretamente.
Apesar da relutância de muitos maridos, o ideal seria q ao decidirem ter um bb ele tb já procura-se um urologista e fizesse o espermograma.

Para mulher:


2º Tomar ácido fólico. O indicado é iniciar 3 meses antes de começar os treinos até o 3o mês de gestação, mas se vc iniciar quando decidir começar a treinar já é um ótimo começo.


IMPORTANTE:
- o ácido fólico não tem contra-indicações, não causa nenhum problema por mais tempo q seja preciso tomá-lo. 
- deve-se tomar todos os dias, senão ele não gera o efeito correto.
- tomar corretamente pode evitar grandes problemas futuros de aborto por má formação fetal ou mesmo um bb com problemas.
- o ácido fólico é o único medicamento comprovado, que melhora a qualidade dos óvulos da mulher.


Análises ao sangue
Para determinar o grupo sanguíneo da mulher que  pode ser do tipo A, B, AB ou O, enquanto o factor Rh pode ser positivo (Rh+) ou negativo (Rh-).
O conhecimento do Rh dos progenitores é fundamental, pois se existir uma incompatibilidade entre o Rh do feto e  o da mãe, o organismo da mulher pode produzir anticorpos contra o feto, provocando anemia, icterícia ou mesmo a morte.
Para contornar esta situação deve ser administradade uma injecção de imunoglobulina.
Fazer exames hormonais (prolactina, progesterona, LH, FSH, tireóide, ...), HIV, toxoplasmose, clamídia, papanicolau e US.

Causas da infertilidade feminina:
Problemas ovulatórios, obstruções na trompa, doenças uterinas, infecções no colo do útero e fatores imunológicos estão entre as principais causas de infertilidade feminina. “Muitas mulheres apresentam dificuldades para ovular causadas pela Síndrome dos Ovários Policísticos ou por disfunções na tiróide ou nas glândulas supra-renais.
As obstruções nas trompas podem ser causadas pela endometriose ou algum tipo de aderência que dificulte a mobilidade, ou seja, o transporte do óvulo até o útero que é realizado pela trompa. Em alguns casos, os problemas estão localizados no útero, causados por miomas e pólipos. “As infecções do colo do útero também impedem a gravidez porque deixam o muco vaginal hostil, não permitindo a sobrevivência e a passagem do espermatozoide”, afirma o médico.
O primeiro exame, a histerosalpingografia, revelará a mobilidade e permeabilidade da trompa, atestando se ela permite ou não a entrada do espermatozóide para a fecundação do óvulo. Se nenhuma anormalidade for identificada, os exames seguintes monitorarão a ovulação, as dosagens hormonais e o controle do ciclo menstrual. “Aqui, o médico necessita do ultra-som, que averigüa o crescimento dos folículos do útero e o funcionamento das glândulas. Dando qualquer alteração o medico indicara outros exames complementares.


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Dor no umbigo, o que pode ser?


A dor no umbigo pode ser um sintoma de endometriose, hérnia umbilical, infecção local, doença de Chron ou apendicite, por exemplo.
Para diagnosticar exatamente o que é a dor no umbigo, recomenda-se ir à uma consulta médica. Em geral, a dor no umbigo não representa nada de grave e pode ser solucionada com o uso de medicamentos dentro de poucos dias.
Quem tem ou já teve um piercing no umbigo, deve ter uma atenção especial ao umbigo, verificando o local onde está o furo, se ele está limpo, se tem alguma secreção, e se quando é pressionado aumenta a dor.
Uma infecção no umbigo referente ao piercing pode ser resolvida removendo o acessório e passando uma pomada antiinflamatória no local. Contudo, pode ser necessário ir ao médico se a dor aumentar ou persistir por mais de 3 dias.
Se o umbigo estiver aparentemente limpo, mas a dor estiver presente, pode indicar algum tipo de lesão interna. Endometriose, nas mulheres pode levar à dor no umbigo, e a dor em volta do umbigo, que é mais forte do lado direito pode ser sinal de apendicite.
A apendicite é uma doença grave e necessita de atendimento médico rápido, para evitar maiores complicações.
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Quarta-feira, Maio 23, 2012


Exames para Detectar Endometriose



Exame Clínico

Os sintomas associados ao exame clínico ginecológica já podem dar uma idéia da presença da doença e do comprometimento dos órgãos pélvicos afetados. Os achados mais importantes no exame ginecológico são a presença de nódulos, dor no fundo de saco (região fúndica da vagina atrás do útero), mobilização dolorsa do útero, retroversão do útero (útero virado para traz)e a presença de cistos.

Exames laboratorias

Marcadores bioquímicos:

Os marcadores bioquímicos são substâncias dosadas no sangue que, indiretamente, podem dar indícios da presença da endometriose e indicar com maior precisão as pacientes que devem ser submetidas à videolaparoscopia. Existem vários marcadores, mas, o mais utilizado com este propósito é o CA-125 que deve ser dosado de preferência nos primeiros dias do ciclo menstrual. É um exame de fácil execução, realizado por laboratórios de análises clínicas comuns e deve ser solicitado logo na primeira suspeita da doença. Por outro lado, apesar da facilidade, tem o inconveniente de ser pouco específico, isto é, outras doenças como miomas e alguns tumores entre outras, podem provocar alterações semelhantes. A dosagem do CA-125 facilita a orientação terapêutica, principalmente se a razão da dor pélvica ou da infertilidade for inconclusiva.


Ultra-som pélvico

É um dos principais avanços no diagnóstico da doença. É fundamental e simples principalmente na avaliação do comprometimento dos ovários. Pode diagnosticar a doença neste órgão numa fase precoce. Nos casos mais avançados, em que a doença atinge órgãos mais profundos como o reto, bexiga e espaço retro-uterino, vem ganhando espaço no diagnóstico, dimensão e intensidade da doença, desde que seja realizado por profissionais experientes.


Ressonância Magnética Pélvica

É um método sofisticado que tem aplicação importante na doença ovariana e na profunda. Deve ser indicada quando houver suspeita da doença profunda.

Ecoendoscopia

Tem pouca aplicação e é específica quando houver forte suspeita de endometriose profunda. Tem limitação no custo e disponibilidade do método.


Colonoscopia

É um exame específico que avalia o comprometimento do intestino reto e sigmóide. É realizado por via retal e deve ser indicado sempre que houver suspeita do comprometimento desta região do organismo.
Videolaparoscopia: É considerado o “padrão ouro” para o diagnóstico pois é tida como a maneira mais objetiva e conclusiva para definir a extensão da doença. Em outras palavras, é o único exame que garante a certeza do diagnóstico. Sem esta avaliação que deve ser indicada com um planejamento cirúrgico imediato para que se evite duas internações, a endometriose pode ser considerada no máximo uma forte suspeita que ainda necessitará de esclarecimentos. Entretanto os exames complementares anteriormente citados não devem ser desconsiderados.
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