15 de ago. de 2012

CÂNCER COLORRETAL

O que é câncer colorretal?
É o crescimento desordenado (maligno) de células que invadem o reto e o cólon (partes do intestino), podendo espalhar-se para outras regiões do organismo (metástase).
Segundo as últimas estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA), em termos deincidência, o câncer colorretal é a terceira causa mais comum de câncer no mundo em ambos os sexos, com padrões geográficos similares entre homens e mulheres. O câncer de reto é mais frequente em homens.
câncer de reto é mais comum do que o de cólon. Neste último, os segmentos mais freqüentemente acometidos são o sigmóide e o cólon descendente, seguidos pelo cólon ascendente e o transverso.
prognóstico para este tipo de neoplasia é bom quando a doença é diagnosticada em estágio inicial. A detecção precoce de pólipos adenomatosos colorretais (precursores docâncer de cólon e reto) e de tumores localizados é possível pela pesquisa de sangue oculto nas fezes e através de métodos endoscópicos, como a colonoscopia.

Quais são os sintomas deste tipo de tumor?
Os sinais e sintomas dependem da localização do tumor, mas inicialmente costumam ser inespecíficos. Os mais observados são:  
  • Dor abdominal.
  • Alteração do hábito intestinal (mudança da consistência das fezes e da freqüência de evacuações).
  • Sangramento anal (hematoquezia) ou melena.
  • Anemia.
  • Fraqueza (ocorre em 20% dos pacientes).
  • Perda de peso (não é um achado comum no câncer colorretal).
  • Tenesmo (sensação de defecação incompleta).
  • Náuseas e vômitos.
  • Redução no diâmetro das fezes.
  • Presença de sangue ou muco nas fezes.
  • Obstrução intestinal.
  • Tumoração abdominal, observada pelo paciente ou por médicos.
Tumores localizados mais próximos do ânus tendem a causar obstrução mais precocemente e sangramento anal. Tumores localizados no lado direito do abdome (ceco, cólon ascendente ou cólon transverso) levam mais tempo para causar obstrução. Nessas localizações o calibre do intestino é maior e o sangramento não é facilmente identificado,  já que exterioriza-se na forma de fezes mais escuras e não como sangue vivo nas fezes.

Existem fatores de risco para o desenvolvimento de câncer colorretal?  
São fatores de risco para este tumor
  • Idade acima de 50 anos: tanto a incidência, como a mortalidade, aumentam com a idade. A maioria dos casos ocorre entre 60 e 70 anos de idade, enquanto casos antes de 50 anos são incomuns, a menos que uma história familiar de câncer de cólon esteja presente.
  • Pólipos: pólipos no cólon, principalmente os adenomatosos, são lesões que poderão sofrer transformação maligna, passando por atipias celulares até a degeneração paratumor. A remoção desses pólipos pela colonoscopia reduz o risco subsequente decâncer de cólon. Os pólipos hiperplásicos não demonstram poder de degeneração maligna.
  • História de câncer: pessoas com diagnóstico e tratamento prévios para câncercolorretal estão em maior risco de desenvolver este tipo de tumor no futuro. Mulheres que já tiveram câncer de ovárioendométrio ou mama têm maior risco de desenvolver câncer colorretal.
  • Hereditariedade: história familiar de câncer de cólon ou de reto, especialmente em parentes próximos antes da idade de 55 anos ou em múltiplos parentes aumentam a probabilidade de desenvolvimento desta lesão. A Polipose Adenomatosa Familiar (FAP) está relacionada a um risco de cerca de 100% de desenvolvimento de câncercolorretal por volta dos 40 anos, se não for tratada.
  • Síndrome de Lynch ou Câncer Colorretal Não Polipóide Hereditário (HNPCC).
  • Cigarro: fumantes são mais prováveis de morrer por câncer colorretal do que os não fumantes. Um estudo da Sociedade Americana do Câncer (American Cancer Society) mostrou que mulheres que fumam são 40% mais prováveis de morrer por câncercolorretal do que as que nunca fumaram. Os homens fumantes têm um risco 30% maior de morrer por esta doença do que aqueles que nunca fumaram.
  • Dieta: dietas ricas em carnes vermelhas, com baixo teor de cálcio, pobres em frutas frescas e vegetais, aves e peixes, aumentam o risco de câncer colorretal.
  • Vírus: exposição a alguns vírus (como algumas cepas de papilomavírus humano ou HPV) pode estar associada com câncer colorretal.
  • Baixos níveis de selênio.
  • Doenças inflamatórias intestinais: cerca de um por cento dos pacientes com câncercolorretal têm história de Colite Ulcerativa Primária. O risco de desenvolver câncercolorretal varia inversamente com a idade de início da colite e diretamente com a extensão do envolvimento colônico e a duração da atividade da doença. Pacientes com doença de Crohn colorretal tem um risco maior que a média de desenvolver estecâncer, mas menor que os indivíduos com Colite Ulcerativa.
  • Fatores ambientais:
    Inatividade física: pessoas fisicamente ativas têm menor risco de desenvolver câncercolorretal.
  • Colangite Esclerosante Primária(CEP). Oferece risco independente para Retocolite Ulcerativa. Setenta por cento dos portadores de CEP apresentam também Retocolite Ulcerativa e cerca de 2,4 a 4% dos portadores de Colite Ulcerativa desenvolverão CEP.
  • Uso de hormônios exógenos: há pequena evidência da influência de hormônios endógenos no risco de câncer colorretal. Em contraste, há evidências de que o uso de hormônios exógenos como a Terapia de Reposição Hormonal (TRH), Tamoxifen e contraceptivos orais podem estar associados a tumores colorretais.
  • Obesidade.
  • Sedentarismo.
  • Álcool: ingerir bebidas alcoólicas, principalmente em grande quantidade, pode serfator de risco para o aparecimento precoce de câncer colorretal. 
    Um estudo mostra que pessoas que consomem mais de 30 gramas de álcool por dia, especialmente aquelas que consomem mais de 45 gramas por dia, parecem ter um risco maior de desenvolver câncer colorretal.
Como detectar precocemente um tumor colorretal?
Segundo informações do INCA, o câncer colorretal quando detectado em seu estágio inicial possui grandes chances de cura, diminuindo a taxa de mortalidade associada ao tumor.
Pessoas com mais de 50 anos devem se submeter anualmente ao exame de pesquisa desangue oculto nas fezes. Naqueles indivíduos com exame positivo deve ser realizada umacolonoscopia.
Pessoas com histórico pessoal ou familiar de câncer de cólon e reto, portadores de doença inflamatória do cólon (Retocolite Ulcerativa e Doença de Crohn) e de algumas condições hereditárias (FAP e HNPCC) devem procurar orientação médica.

Como é feito o diagnóstico deste tumor?
diagnóstico da doença é feito através de biópsia endoscópica com estudo histopatológico da lesão. Ele começa sempre com uma boa consulta médica e um exame físico detalhado. A suspeita do câncer de intestino requer a confirmação de sua presença através da realização de uma colonoscopia com biópsia.

Posso fazer alguma coisa para prevenir esta doença?
Como prevenção é indicada uma dieta saudável e a prática regular de exercícios físicos.
Uma dieta rica em frutas, vegetais, fibras, cálcio, folato e pobre em gorduras animais é considerada uma medida preventiva. A ingestão excessiva e prolongada de bebidas alcoólicas deve ser evitada.
As vitaminas, principalmente a C e a E, além de outros antioxidantes, diminuem a quantidade de substâncias carcinogênicas contidas nas fezes, levando a menor alteração celular e, consequentemente, menor incidência de câncer colorretal.

Como é o tratamento do câncer colorretal?
O tratamento depende do estágio em que o tumor é diagnosticado. Quando detectado precocemente, pode ser curado. Entretanto, se detectado em estágios avançados (quando metástases estão presentes) as chances de cura diminuem.
A cirurgia é o tratamento inicial, que pode ser acompanhada de quimioterapia e/ouradioterapia dependendo do estadiamento da doença e de outros fatores médicos.
diagnóstico de câncer frequentemente resulta em uma grande mudança no bem-estar psicológico do indivíduo. Existem grupos de apoio, serviços sociais de auxílio e outros serviços que podem auxiliar nas dificuldades enfrentadas por essas pessoas.

Como é feito o acompanhamento do paciente com câncer colorretal?
O objetivo do acompanhamento é detectar precocemente tumores ou metástases que se desenvolvem mais tarde e que não são originárias do tumor9 inicial ou mesmo o aparecimento de pólipos adenomatosos (lesões precursoras do câncer).
Para isso, uma história clínica e um exame físico estão recomendados a cada 3 a 6 meses durante dois anos e depois a cada 6 meses durante 5 anos ou, diferente disso, segundo recomendação médica.
Geralmente, durante o seguimento são realizados consulta médica, dosagens sanguíneas de antígeno carcinoembrionário (CEA) e exames de imagem como a colonoscopia, radiografias de tórax, tomografias computadorizadas e cintilografias, dependendo da necessidade de cada paciente.  

fonte:http://renatazito.site.med.br/index.asp?PageName=C-E2ncer-20Colorretal

O que é HPV?

HPV, ou Human Papiloma Virus, é um vírus que vive na pele e nas mucosas genitais dos seres humanos, tais como vulva, vagina, colo de útero e pênis.
Nos genitais existem duas formas de manifestação clínica. 1.    As verrugas genitais que aparecem na vagina, pênis e ânus. 2.    Existe outra forma, que é microscópica, que aparece no pênis, vagina e colo de útero.
Trata-se de uma infecção adquirida por meio de contato sexual. É altamente contagiosa e a melhor prevenção é o uso de “camisinha”.
O mais importante nessa doença é que existe uma associação entre alguns grupos de papilomavírus e o câncer de colo de útero. Seu diagnóstico de suspeita é feito por meio do papanicolaou ou da colposcopia, e o diagnóstico de certeza é feito por meio de biópsia da área suspeita. Existem também exames que identificam o tipo do vírus e se estes são cancerígenos. O tratamento do HPV é por destruição química ou física das lesões sempre indicado e realizado por médico especialista. O papilomavírus ou human papiloma virus pode se alojar tanto no colo do útero como na vagina e na vulva. Na vulva ele causa a doença chamada condiloma genital ou popularmente conhecida no Brasil como "crista de galo". Na vagina e no colo do útero ele normalmente se apresenta com lesões microscópicas que só podem ser descobertas por meio do exame de papanicolaou ou a colposcopia. O hpv no homem ele pode se manifestar por verrugas no pênis ou de maneira microscópica. É muito importante que o parceiro seja encaminhado para exame com um urologista para procura de lesões e tratamento, se forem encontradas.
fonte:http://www1.inca.gov.br/conteudo_view.asp?id=327 e http://renatazito.site.med.br/index.asp?PageName=HPV-20-2D-20Entrevista

Implantes Subdérmicos Reposição Hormonal

Implantes Subdérmicos ou Implantes Hormonais são cápsulas ou bastonetes de silicone semipermeáveis de grau médico – siloxano –, medindo de 3 a 5 cm de comprimento por 2 milímetros de diâmetro. Liberam lenta e continuamente na corrente sanguínea, baixas doses de hormônios:

- Progestogênicos : semelhante ao hormônio natural, progesterona existente no corpo feminino. Possuem ação contraceptiva prolongada – até cinco anos –, tem alta eficácia, segurança, tolerabilidade, reversibilidade, facilidade de inserção ou remoção e baixos índices de efeitos colaterais. Inibe a ovulação e aumenta a viscosidade do muco cervical, dificultando a penetração do espermatozoide.
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- Gestrinona: é um esteróide que auxilia no tratamento da endometriose pélvica, miomas uterinos e também utilizado como método anticoncepcional , tratamento da TPM e baixa da libido, e pode ser associado ao estrogênio no tratamento da osteopenia.
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- Estrogênios: hormônio feminino produzido a partir da adolescência até a menopausa. É fabricado pelos ovários e liberado na primeira fase do ciclo menstrual. Dentre outras funções, é responsável pelas características física feminina devido ao estímulo à proliferação dos elementos celulares em certas regiões do corpo. Responde também pelo equilíbrio entre as gorduras no sangue. A diminuição de estrógenos pode causar depressão, medo, apreensão, irritabilidade e insegura. É importante para o revestimento interno do útero, endométrio e no ciclo menstrual.
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- Testosterona: hormônio masculino, onde no homem é produzido pelos testículos e na mulher, em menor quantidade, pelos ovários e glândulas supra-renais. Atua no crescimento dos ossos e influencia o desenvolvimento de praticamente todos os órgãos. É o principal hormônio ligado ao ganho de massa muscular e a diminuição da gordura corporal. De forma contrária, a deficiência desse hormônio está associado à perda de massa muscular, perda de força, acúmulo de gordura corporal, sintomas de cansaço, indisposição e perda do desejo.
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A colocação dos implantes é um procedimento ambulatorial feito por um profissional médico capacitado para este fim. É inserido cirurgicamente no antebraço ou na região glútea, com anestesia local.
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De modo semelhante a outros métodos contraceptivos que utilizam progestagênio isolado, o efeito adverso com maior incidência é a desestruturação do ciclo menstrual habitual, podendo ocorrer irregularidade, períodos de ausência ou, ocasionalmente, sangramento uterino aumentado. É mais frequente no primeiro ano de uso, com diminuição nos subseqüentes.

Outras Indicações
Os Implantes Subdérmicos de progestógenos e gestrinona, também são utilizados como opção terapêutica no tratamento de algumas doenças ou distúrbios:
  • Dismenorréia
  • Endometriose
  • Hemorragia Uterina Disfuncional
  • Tensão Pré-Menstrual (TPM)
Contra-indicação
  • Acidente Vascular Cerebral (AVC)
  • Câncer de Mama
  • Cefaléia - Enxaqueca com aura, em qualquer idade
  • Cirrose Intensa
  • Doença Cardíaca Isquêmica - Atual e Pregressa
  • Embolia Pulmonar Aguda (EP)
  • Lactação – menos de 6 semanas após o parto
  • Lupos Eritematose Sistêmico (LES) – Anticorpos antifofolides positivos ou desconhecidos
  • Sangramento Vaginal Inexplicável – Antes da avaliação
  • Trombose Venosa Profunda Aguda (TVP)
  • Tumores Hepáticos – Adenoma hepatocelular ou hepatoma
Interação medicamentosa
  • Anticonvulsivantes
  • Antiretrovirais
  • Rifampicina
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Os implantes não previnem contra doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), inclusive HIV/AIDS. Se houver risco, devem ser associados ao preservativo.


fonte:http://renatazito.site.med.br/index.asp?PageName=Implantes-20Subd-E9rmicos-20Reposi-E7-E3o-20Hormonal

14 de ago. de 2012

Massagem da Fertilidade

A massagem da fertilidade é a maneira não cirúrgica e não invasiva para quem quer engravidar mas está enfrentando problemas mesmo aqueles chamados de “infertilidade sem causa aparente”.

Esta técnica promove o bem estar no seu corpo e relaxamento, com a vantagem de que é uma terapia contra cicatrizes e adesões pélvicas, obstruções nas trompas de falópio e ativa a função dos órgãos reprodutivos.
Essa terapia da fertilidade também é recomendada para tratar Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP), endometriose, miomas uterinos, cistos nos ovários e várias outras condições médicas causadoras de infertilidade nas mulheres.
Neste vídeo você pode ver as instruções de como realizar a massagem criada pela terapeuta holística Hethir Rodriguez. Está em inglês, mas é fácil de aprender.
OBS1: O sentido horário da massagem é importante
OBS2: A massagem no dedo do pé ativa o funcionamento da glândula pituitária em seu cérebro que é responsável pela liberação de hormônios
OBS3: No final ela coloca uma toalha e um pedaço de plástico para manter a região aquecida.
OBS4: Aproveite e pesquise sobre Drenagem Linfática e aproveite a massagem para reduzir a barriga!
Esta massagem você deve fazer todos os dias desde o fim da menstruação até o seu dia fértil, ou seja, o dia em que você espera ovular. Os resultados começam a aparecer efetivamente após 3 meses.
Se você quer engravidar mas se deparou com problemas de infertilidade, seu médico recomendou ou irá recomendar injeções ou ingestão de hormônios, fertilização in-vitro, etc. Mesmo que estes procedimentos funcionem, eles são caros, levam tempo, causam stress, são invasivos e disparam uma descarga de hormônios em seu corpo que não é nem um pouco saudável e natural.
Além disso, todos estes tratamentos são utilizados para tratar os sintomas da infertilidade sem primeiro descobrir as causas do problema uterino, tubário, etc.
Estudos mostram que na maioria dos casos, a dificuldade de engravidar por parte da mulher provém de cicatrizes, adesões e obstruções nas trompas, acúmulo de toxinas, e claro, stress e ansiedade. A massagem da fertilidade é indicada para todos estes casos, além de ser o socorro das mulheres que têm receio de passar por cirurgias, não querem se intoxicar com hormônios, ou não têm como pagar por tratamentos.
Na maioria dos casos a massagem consegue resolver as obstruções das trompas sem precisar de intervenção médica. Estas obstruções são causadas por infecções pélvicas, cirurgias ou traumas locais.

Alívio do stress

O stress afeta a data da ovulação, a produção de muco cervical e a implantação do embrião nas mulheres e altera a qualidade e quantidade de produção de espermatozóides nos homens.
A massagem ajuda a liberar o stress feminino, que afeta o sistema hormonal a ponto de impedir a implantação e fertilização de um óvulo, mesmo que a mulher seja originalmente fértil e o espermatozóide do homem seja muito bom.
Isso porque ela aumenta o fluxo de sangue nos órgãos reprodutivos, aumenta o bem estar, fortalece o sistema imunológico, estimula o equilíbrio da produção de hormônios, melhora a saúde do sistema linfático, fazendo que você tenha mais chances de conceber um bebê.

Massagem para descansar

Descansar é uma necessidade biológica durante toda a vida. A massagem da fertilidade ajuda a você tirar um momento de descanso e relaxamento, porque as funções do corpo só trabalham adequadamente quando você está num estado relaxado. Quando você passa algum tempo numa sessão de massagem da fertilidade num ambiente calmo e aconchegante, seu corpo se recupera, cura e regenera.

Desintoxicação

A massagem auxilia na liberação das toxinas através do estímulo do sistema linfático. Este sistema drena os fluídos do seu corpo e desintoxica filtrando as toxinas e substâncias estranhas, fortalecendo o sistema imunológico.
Um sistema linfático lento significa que o processo de eliminação de resíduos do seu corpo é comprometido, e o corpo sofre acúmulo de linfa. Quando isso acontece, as toxinas se acumulam atrapalhando a atividade celular, o que atrapalha sua fertilidade.

Quando usar a massagem

Essa massagem é benéfica tanto para homens quanto para mulheres que querem conceber naturalmente ou estão se preparando para um processo de fertilização in vitro ou inseminação artificial.
A massagem prepara o corpo para criar um estado de bem estar, o que pode ser decisivo num processo de reprodução assistida. Além do mais, essas pessoas recebem bastante medicação, e a massagem ajuda a liberar as toxinas acumuladas.

Benefícios

  • Regula o ciclo menstrual e o balanço hormonal
  • Melhora as funções do ovário, qualidade dos óvulos e da ovulação
  • Melhora a quantidade e qualidade do muco cervical
  • Melhora a qualidade do fluxo menstrual diminuindo os coágulos de sangue
  • Diminui a dor causada pela endometriose e as cólicas
  • Desobstrui as trompas de falópio
  • Ajuda a reposicionar um útero aderido
  • Trata casos de SOP (ovários policísticos)
  • Ajuda o corpo a eliminar cistos
  • Em alguns casos ajuda a diminuir miomas
  • Auxilia casais com problema de infertilidade sem causa aparente
  • Libera energias ruins de traumas emocionais
  • Remove o acúmulo de sangue no útero
  • Fortifica os órgãos reprodutivos
  • Ajuda a desintoxicar

O que esperar depois de uma sessão de massagem da fertilidade

Beba muita água potável depois de cada sessão para ajudar seu corpo a liberar as toxinas que estavam presas em seus músculos e órgãos. Você também pode notar que seu ciclo seguinte veio com mais sangue do que o normal, melhora no funcionamento do intestino e também um pouco de dor. Tudo isso é normal e é sinal de que a massagem está funcionando.
fonte:http://gravidez.mamaeonline.com/resolva-causas-de-infertilidade-feminina-massagem-da-fertilidade/

Hipotireoidismo




é um distúrbio que cursa com a falta de hormônio da tireóide (“tireóide preguiçosa”). O hipotireoidismo é a doença mais comum da tireóide. Ocorre mais freqüentemente em mulheres que em homens, é mais comum em pessoas de mais idade, e pode ter uma característica familial (atingir vários membros de uma mesma família).

Quais são os sintomas do hipotireoidismo?

O hipotireoidismo pode ter vários sintomas, visto que os hormônios da tireóide são importantes para regular o funcionamento de praticamente todos os órgãos e sistemas do corpo. Quando os níveis de hormônios tireoidianos (T3 e T4) se tornam anormalmente baixos por algum motivo, todos os processos do corpo se tornam mais lentos. Por isso, os sintomas do hipotireoidismo incluem:

1. cansaço excessivo;
2. desânimo, ou até mesmo depressão;
3. raciocínio lento;
4. fala arrastada;
5. sensação de frio excessivo;
6. ganho de peso (geralmente, em torno de 3 a 5 Kg);
7. pele seca e cabelos finos e quebradiços;
8. inchaço nas pernas ou ao redor dos olhos;
9. pouca sudorese;
10. intestino preso e digestão lenta;
11. irregularidade das menstruações (às vezes, sangramento excessivo);
12. infertilidade;
13. batimento lento do coração (menos que 60 batimentos por minuto);
14. aumento do colesterol.

Esses sintomas não são exclusivos do hipotireoidismo. Ou seja, vários outros problemas de saúde podem causar sintomas bastante semelhantes aos do hipotireoidismo. Por isso, algumas vezes os sintomas são atribuídos a outras doenças que podem apresentar algumas manifestações semelhantes, tais como: anemia, depressão e deficiência de vitaminas, e o diagnóstico de hipotireoidismo pode ser feito anos após o início das queixas do paciente. Felizmente, hoje em dia os médicos conhecem melhor as características do hipotireoidismo e fazem o diagnóstico mais precocemente.

Quais são as causas do hipotireoidismo?

Nos adultos, a causa mais comum de hipotireoidismo é um distúrbio chamado tireoidite de Hashimoto, ou simplesmente doença de Hashimoto. Nessa doença, o sistema de defesa do organismo (sistema imunológico) ataca a glândula tireóide e causa dano a essa glândula, comprometendo a sua capacidade de produzir hormônios tireoidianos. Por isso, a doença de Hashimoto faz parte de um grupo de doenças chamadas auto-imunes.
O hipotireoidismo pode ser causado também por tratamentos médicos que reduzem a capacidade da tireóide produzir hormônio, como, por exemplo: o uso de iodo radioativo (para tratamento de hipertireoidismo, que é o oposto do hipotireoidismo) ou a cirurgia, com retirada parcial ou total da tireóide (para tratamento de outros problemas nessa glândula). Leia mais sobre hipertireoidismo clicando aqui.
Outra causa de hipotireoidismo, bastante rara, é a presença de alguma doença da hipófise, levando à redução da produção do TSH, o hormônio que estimula o funcionamento da tireóide. Algumas medicações também podem levar à redução da produção ou da ação dos hormônios tireoidianos e, portanto, provocar hipotireoidismo (por exemplo: amiodarona, xaropes para tosse contendo iodo, carbonato de lítio).
Há casos, ainda, em que a tireóide não se desenvolve adequadamente e a criança apresenta deficiência de hormônios tireoidianos desde o nascimento; é o chamado hipotireoidismo congênito, que geralmente é diagnosticado já no berçário através do teste do pezinho.

Quais as conseqüências do hipotireoidismo?

Em adultos, o hipotireoidismo (se não for tratado corretamente) leva a uma significativa redução da sua performance física e mental, além de poder causar elevação dos níveis de colesterol, que aumentam as chances de algum problema cardíaco. Além disso, o hipotireoidismo severo, sem tratamento, pode evoluir ao longo do tempo até uma situação dramática e com grande risco de vida, o chamado coma mixedematoso, que se apresenta como redução da temperatura corporal, perda de consciência e mau funcionamento do coração.
O diagnóstico de hipotireoidismo é especialmente importante quando é feito durante a gestação, pois a falta de hormônios tireoidianos pode afetar profundamente o desenvolvimento do bebê, provocando retardo mental e atraso do crescimento. No entanto, esses problemas para o bebê são prevenidos pelo tratamento precoce da mãe com a reposição de hormônio tireoidiano.



fonte:http://www.portalendocrino.com.br/tireoide_hipotireoidismo.shtml

1 de ago. de 2012

Nidação Passo a Passo


NIDAÇÃO - Dias após a fusão, o ovo, com as células ainda em multiplicação, faz sua descida ao útero e começa a procurar um lugar para se fixar. A esta altura, um hormônio ovariano, a progesterona, já terá preparado o endométrio para alimentar o ovo, mediante suprimento adicional de glicogênio e outras substâncias nutritivas. Sem isso, dificilmente o embrião "vinga". Acontece às vezes de o óvulo fecundado acomodar-se na mucosa da trompa, e não na do útero. Ou mesmo, em casos raríssimos, em alças intestinais e outras mucosas. São casos patológicos (gravidez ectópica), em geral muito graves, por ameaçarem a vida da mãe. Normalmente, dentro do útero, o ovo se transforma numa bolha sólida cheia de líquido. Por dentro desse globo, num dos pólos, aglomera-se um tipo especial de células, numa protuberância interna semelhante ao umbigo de uma laranja-bahia (do tamanho de uma cabeça de fósforo, porém). O ovo agora se chama blastocisto (blasto = que vai gerar algo; cisto = cavidade). Mais tarde, a parede do blastocisto, chamada trofoblasto, irá dar origem à placenta. A massa polar de células dará origem ao embrião. Quando o blastocisto finalmente faz contato com o endométrio, as células do trofoblasto atacam vigorosamente as células endometriais e as vão destruindo. Os elementos constituintes das células do endométrio servem para alimentar o blastocisto nesse estágio, que ataca tudo vorazmente, inclusive microscópicos vasos capilares da região. E o sangue da mãe começa a alimentar o filho. O blastocisto prossegue perfurando o endométrio, cava nele um verdadeiro ninho (de onde o nome "nidação" para o processo). O rompimento dos vasos forma lagunas de sangue que alimentam o blastocisto. O endométrio começa a transformar-se, num processo que se irradia circularmente do ponto em que o trofoblasto ataca, em geral a região mais alta do útero, mas nem sempre.


Em torno do sétimo ao décimo dia após a fusão o blastocisto fixa-se ao endométrio (momento culminante da nidação) e, finalmente, entra em contato com a mãe. Após a fixação do blastocisto, começa a se formar o embrião, que toma esse nome três semanas depois da fusão. O endométrio recobre o blastocisto e forma em torno dele uma cápsula de tecido modificado. A modificação do endométrio chama-se reação decidual, porque o tecido endometrial se transforma em decídua ("que desce", ou cai), a ser expulsa no parto. A cápsula vai crescendo, dentro do útero, com o embrião dentro dela. É importante notar, portanto, que o embrião não se desenvolve dentro da cavidade normal do útero, mas dentro de uma cápsula hermética que, ao crescer, acaba por ocupar toda a cavidade uterina e dilatá-la. A razão disso é a necessidade de proteger o embrião ou feto contra qualquer contato direto com o exterior. Isso não aconteceria se o processo decorresse dentro da cavidade normal, que se comunica com a vagina através do canal do colo do útero.

O endométrio transforma-se em três tipos de decídua: (clique aqui e veja fotos) a parietal que é a que continua a revestir internamente o útero nas partes ainda não atingidas pela cápsula onde se aloja o embrião; a decídua capsular, que envolve a cápsula; e a decídua basal (de base), que fica por baixo dela. O trofoblasto primitivo regride na decídua capsular e forma uma camada lisa por baixo dela, o cório careca. Junto à decídua basal, o trofoblasto se transforma em cório frondoso, de onde se originará a parte fetal da placenta. A decídua basal, par baixo do cório frondoso, dará origem à parte materna da placenta.

O âmnio é uma cavidade que existe primitivamente junto ao dorso do embrião, por baixo do trofoblasto. Ao crescer, acaba por envolver totalmente o embrião e, quando adere ao cório careca, que o reveste, forma a parede do saco córioamniótico, conhecido popularmente como bolsa d'água, que em geral se rompe na iminência do parto. A cápsula recoberta pela decídua parietal vai crescendo e ocupando uma porção cada vez maior da cavidade uterina, mas levará muitas semanas até ocupá-la totalmente.

Um aspecto importante de todo o processo de nidação é que o embrião está a salvo de contrações uterinas que poderiam resultar do ataque ao endométrio. O que o protege contra os movimentos, que poderiam expulsá-lo, é a ação da progesterona, secretada pelo corpo lúteo, a principio, e pela placenta depois. A progesterona inibe a contração das fibras musculares uterinas e contribui assim para maior segurança da gravidez.

Clique aqui

Clique e veja uma animação que mostra o processo desde a liberação do óvulo até a sua fixação no útero. 



fonte:http://www.planetabebe.com.br/fecundacao2.php

Fecundação O início de uma nova vida

Tudo começa no ovário, que é uma massa em ebulição lenta e constante. Dentro dele formam-se continuamente bolhas - os folículos dentro das quais amadurecem uns caroçinhos chamados oócitos (oo = ovo; cito = célula), que ao se desenvolverem transformam-se em óvulos. Folículo e oócito crescem lentamente, o primeiro um pouco mais depressa. Quando alcança o dobro de seu volume primitivo, o oócito começa a apresentar uma membrana espessa e elástica, chamada zona pelúcida. O folículo que circunda o oócito cresce também e se aproxima da superfície do ovário, já então com o nome de folículo de Graaf. E o oócito dentro dele passa a chamar-se óvulo. Finalmente, como uma bolha pastosa, o folículo se rompe na superfície do ovário (mas não estoura) e libera o óvulo na cavidade abdominal (ovulação). O óvulo vagueia livre, circundado por material folicular que o acompanha e envolve como um chumaço: a coroa radiada, formada por uma aglomeração de pequeninas células).

Durante o período imediatamente anterior à liberação do óvulo, ocorre uma lenta aproximação mútua do pavilhão da trompa e do ovário. Segundo parece, os dois órgãos tentam encurtar a distância espacial a ser percorrida pelo óvulo, no trajeto ovário-trompa. Simultaneamente, a trompa começa a exercer movimentos que a percorrem toda, em ondulações rítmicas, no sentido pavilhão-útero. Mas o fator mais importante na captação e movimentação do óvulo provém dos movimentos ondulatórios dos cílios que forram o interior da trompa. Daí resulta a movimentação dos líquidos abdominais, numa corrente dirigida para a cavidade uterina. A trompa atua como um exaustor e tenta aspirar o óvulo, que não é dotado de movimento próprio. Com toda essa cooperação motora e orientadora, ainda assim o óvulo de vez em quando se perde e fica vagueando pela cavidade abdominal, onde, em casos raros, pode ser fecundado. Além disso, sabe-se que se uma mulher for dotada apenas do ovário esquerdo e trompa da direita, ou vice-versa, o óvulo contornará misteriosamente o útero, para penetrar na trompa do lado oposto. Os ovários em geral produzem óvulos alternadamente, mas nem sempre. E se um dos ovários for extirpado, a mulher continuará a menstruar todo mês, porque o ovário remanescente assumirá as funções do outro.

O ESPERMATOZÓIDE - Quando no orgasmo sobrevêm a ejaculação, o homem inocula na mulher de 2 a 5 centímetros cúbicos de esperma. Cada centímetro cúbico contém aproximadamente de 100 a 200 milhões de espermatozóides, às vezes mais, e cada espermatozóide mede em torno de 2,7 milésimos de milímetro. Ejaculados na vagina, lago seminal e alguns diretamente no canal do colo do útero, dezenas ou centenas de milhões de espermatozóides procuram sair do inóspito meio ácido da vagina, em rápidos movimentos ondulatórios de sua longa cauda. É a maior competição natatória do mundo. A uma velocidade média de 2 a 3 milímetros por minuto, os espermatozóides nadam até o colo do útero, transpõem o canal cervical, penetram no útero, nadam pelos líquidos da parede uterina até a entrada da trompa e atravessam-na quase toda para interceptar o óvulo no terço externo do conduto, ou seja a região ampular, próxima do pavilhão da trompa. Todo o trajeto é feito em pouco mais de uma hora. Isso equivaleria ao esforço de um nadador que percorresse 1800 metros por minuto, numa extensão comparável à da travessia do Canal da Mancha. E de mergulho, porque os espermatozóides carregam consigo o próprio oxigênio. E mais: contra a corrente, na maior parte do trajeto.

Finalmente, atraídos por uma substância química que o óvulo libera, poucos destes espermatozóides chegam até ele, pois durante o trajeto, alguns morrem por serem mais fracos, outros perdem-se e muitos outros são mortos pelas células assassinas do sistemas imunológico da mãe, cuja função é destruir qualquer corpo estranho existente em seu organismo. Trabalhando em conjunto, os espermatozóides (alguns já dentro da zona pelúcida) começam a secretar uma enzima, cujo efeito é romper a membrana protetora do óvulo, que se configura imenso: 85 mil vezes maior que eles.

Após um árduo trabalho, apenas um espermatozóide penetra o óvulo (o processo de penetração leva cerca de 20 minutos) e neste exato momento, uma contra-ordem elétrica se produz na membrana situada por baixo da zona pelúcida, que se fecha, impedindo a entrada de qualquer outro. Os que ficaram encravados na zona pelúcida ou na trompa, morrerão ao cabo de algumas horas. No momento da penetração, a cabeça do espermatozóide mergulha no óvulo. Mas a cauda, aquele precioso instrumento de locomoção, fica de fora. Já dentro do óvulo, a cabeça aumenta em quatro vezes seu tamanho original, abre-se e libera o núcleo que traz toda a bagagem genética do pai. Uma vez liberado, ele vai de encontro ao núcleo do óvulo, que possui a bagagem genética da mãe. No momento do encontro, os dois núcleos se fundem e é produzido o amálgama cromossômico. O óvulo deixa de ser o que era e passa a se chamar "ovo" ou "célula-ovo" e o núcleo do espermatozóide deixa de existir. Podemos dizer que neste instante, nasce um novo ser.

Uma das coisas mais importantes que acontece durante a fusão dos núcleos é a definição do sexo deste novo ser. Tanto o núcleo do óvulo como o núcleo do espermatozóide carregam no seu interior 23 cromossomos, bastões microscópicos com todas as características biológicas. Da fusão dos dois núcleos resultam 46 cromossomos, dispostos em pares. Mas o último par é que irá definir o sexo do embrião: se for XX será uma menina; se for XY, um menino. O núcleo do óvulo é sempre portador de cromossomos X. Portanto, quem determina o sexo é o núcleo do espermatozóide: 50% dos espermatozóides carrega, em seu núcleo, um cromossomo X, os outros 50%, um Y. Assim, as chances de conceber uma menina ou um menino, são absolutamente iguais.

A CAMINHO DO ÚTERO - Aproximadamente vinte horas depois da fusão, ocorre aprimeira divisão celular e a partir daí, a cada doze ou quinze horas, ocorre uma nova divisão. As células vão se dividindo exponencialmente: serão quatrodepois oito, dezesseis, trinta e duas e assim por diante. Este estágio é conhecido pelo nome demórula. Enquanto ocorre essa divisão, o ovo caminha em direção ao útero guiado pelos cílios da trompa. Este tempo de percurso dentro da trompa é muito crítico, pois o novo ser, também está exposto aos ataques do sistema imunológico da mãe. Pesquisas revelam que um em cada três óvulos fecundados não evolue para uma gravidez, isto é, ela não pega e o ovo é espontaneamente expulso durante as duas primeiras semanas, antes mesmo do atraso das regras. Inúmeras vezes isso passa despercebido para a mulher. A menstruação ocorre, podendo atrasar alguns dias e costuma ser mais abundante que o normal. Este tipo de abortamento é um mecanismo natural de defesa da nossa espécie, para impedir nascimentos de crianças prejudicadas por irregularidades na divisão celular, como por outros problemas com o ovo.


fonte:http://www.planetabebe.com.br/fecundacao2.php

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